14 de março de 2011

Aconteceu: E agora, o que poderia ser feito?

Eu, não só o fato de ter formação na área de meio ambiente e defensora veemente da natureza, sempre fui totalmente contra qualquer uso e aproveitamento de energia nuclear. Não sei como ainda existem alguns ambientalistas favoráveis à isso, justamente porque o uso deste não gera efeito estufa. Bom, independentemente disso, eu sou contra. Apenas o ponto da não geração de gases que causam o efeito estufa não é tão mal em relação ao grandes riscos que o material radioativo podem causar à humanidade. Fora o extremo cuidado e cautela para o manejo e o descarte apropriado destes resíduos, oriundas de suas principais atividades de reatores nucleares, da mineração do urânio e entre outros. Bem, nem vou descrever todas as desvantagens e de como deve ser feito o descarte destes, afinal o propósito deste post é apenas levar em questão sobre o grande dano que este possui diante da humanidade e do meio ambiente.

O intuito desde post me veio logo após este último terremoto agregado juntamente com o tsunami, no Japão, inclusive a qual, afetou diretamente as usinas de Onagawa e Fukushima. Será mesmo que o Japão estava tão preparado para a produção de energia nuclear? Se eles mesmos estavam cientes dos prováveis terremotos que viriam a ocorrer, por que a insistência? Será mesmo que a ganância vale a pena quando se envolve riscos e danos? Será realmente que eles tem a lembrança das bombas atiradas contra as cidades de Hiroshima e Nagasaki? E do acidente nuclear mais grave da história, a de Chernobyl, em 1986?

Eu vejo que o ser humano em si é desta forma, isto é instintivo de cada ser: achar de que nada acontecerá com ele mesmo e apenas com os outros. Isso é a pior falha que nós mesmo possuímos. Mas quando algo grave vem-se à tona, a sociedade em si leva em conta dos danos e do que poderia ser feito. As pessoas de fato, vivem em em seus atos, conjugados no verbo "Futuro do Pretérito", ao invés de mudar para o "Futuro do Presente".

12 de março de 2011

Wasting time idly

Meu primeiro post de 2.011. Bom, nem precisarei mais justificar mais a minha ausência aqui! Já é de praxe! (rs!) Só escrevo apenas quando tenho alguma necessidade extrema! Nossa... fui fundo demais.. "necessidade extrema". De fato, é sim, estou querendo dizer que estou passando numa fase semelhante daquela de quando comecei com o blog. Ou seja, a fase subjetiva e talvez pouca obscura e depressiva. Nada de emo como dizia meu amigo de universidade. Emo é gênero de fraqueza e chamariz de atenção.

Bem, não estou dizendo que estou desperdiçando o meu tempo à toa aqui, neste exato momento, mas que gastei meu tempo inutilmente ultimamente com algumas "coisas". Coisas entre aspas, pois não envolvem objetos inanimados, e sim puramente animados. Quando há algum tempo atrás, acreditei que havia surgido um nova esperança e agora vejo que não havia esperança, e sim um fingimento. Posso comparar tal situação com um post de outubro de 2.009, do dia 24 (E a nova lei do silêncio...) 

Estar revoltada, talvez não como eu era como antes, ou como agia diante de alguma situação importuna. Me sinto mais preparada a suportar e encarar isto. Só o fato de escrever aqui já está aliviando aquela carga negra exercendo sobre o meu lado psicológico.

Minhas palavras estão desaparecendo. Minhas imaginações não se afloram como antes. Minha mente esbranquiçou em palavras subjetivas.