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9 de julho de 2013

Sexo pode fortalecer a amizade, afirma estudo

Por meio da leitura de uma longa reportagem na Isto é, que falou sobre o comportamento e a interação entre amigos de sexos diferentes, vou tentar transcrever aqui uma boa parte do que foi escrito e mencionar o que tenho a dizer sobre o assunto. =) O texto começa afirmando que casais de amigos podem ser genuinamente amigos, mas ressalta que algumas pesquisas alertam que a atração física está presente e ainda afirmam que o sexo pode fortalecer os laços da amizade.

Um vídeo amador se tornou viral nos Estados Unidos e no Canadá por causa de um estudante universitário que foi pedir a opinião das pessoas a respeito da seguinte pergunta: homens e mulheres podem ser apenas amigos? As diferenças entre as visões, ressaltadas pelos próprios gêneros dos entrevistados, tornou tudo mais “interessante”. As meninas dizem que isso é possível. Já os rapazes, respondem “não”, entre hesitações, preleções e risadas. Bem, eu me pergunto: será que essas respostas masculinas não foram influenciadas pelo temor à terrível síndrome da “friend zone”? (risos) Conforme o vídeo avança, o rapaz provoca as mulheres, perguntando, por exemplo, se acha que os amigos delas podem, secretamente, gostar das gurias. As mocinhas começam a “dar o braço” a torcer e vemos que a resposta anterior “sim, claro” contém ressalvas e histórias interessantes. O “repórter” também procura se aprofundar em assuntos semelhantes com outras pessoas, desafiando esse conceito de haver “pura amizade”. O vídeo em si é curto, mas divertido. Confira o vídeo aqui (em inglês, sem tradução): http://www.youtube.com/watch?v=T_lh5fR4DMA

"Friend zone? Damn you!"

Embora o tema tenha tido uma abordagem lúdica para ser postado no Youtube (o que certamente influenciou em sua popularidade), ele adquiriu contornos científicos em três pesquisas que buscam entender melhor as implicações das amizades entre indivíduos de sexos opostos. Em resumo: na primeira pesquisa, os estudiosos definiram os quatro perfis mais comuns de relações entre eles e elas; em outro estudo, os pesquisadores concluíram que existe ao menos um pequeno nível de atração da maioria das amizades intersexuais e na terceira pesquisa, foi constatado que o sexo, para surpresa e alegria de muitos, pode fortalecer os laços entre os amigos.

A seguir, a reportagem realiza uma “revisão” histórica para retratar como funcionava essa amizade entre pessoas de sexo opostos no passado. Segundo o ponto de vista histórico, esse fenômeno é mais recente, surgindo depois da invenção da tevê em cores, em 1954. Veja que interessante: até o século XIX, essa forma de amizade era considerada um “mal degenerador”. Quem diz isso é Rosana Schwartz, pesquisadora de gênero pela PUC de São Paulo e também pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Segundo ela, ao utilizar argumentos religiosos e até mesmo científicos, os homens alimentavam a crença de que as mulheres eram frágeis e estavam mais propensas a comportamentos “questionáveis”; daí o cuidado de que sua convivência com outros homens fosse restrita ao âmbito familiar. Assim, na época havia a mentalidade de que a presença do homem iria subverter as pobres e ingênuas mocinhas a cometer o último sacrilégio: o sexo fora do casamento. (risos) Puxa, acho que já li essa história em algum lugar. Numa sociedade em que o círculo de amizades masculinas girava em torno do pai, dos irmãos ou dos padres, qualquer amizade fora desse padrão era bem difícil. Esse cenário foi mudando no período Pós-Segunda Guerra Mundial, quando a mulher buscou seu espaço no mercado de trabalho. Mesmo assim, segundo Rosana, a amizade intersexual só adquiriu mais estabilidade por volta nos anos 70, pois até uma década antes os únicos amigos homens que as mulheres tinham eram os amigos do seu marido. (!)

O texto prossegue alegando que, mesmo depois de 40 anos, embora essa interação entre os sexos seja um fenômeno muito mais comum, isso não exclui as complicações naturais nesse tipo de relação onde é natural haver confusão entre os sentimentos e/ou intenções. Mas será que a atração amorosa ou sexual estão sempre presentes em tais amizades? Ah, alguém aí está suando frio? (risos)

Uma equipe de professores da Universidade de Wisconsin-Eau Claire, nos Estados Unidos, utilizou uma amostragem com 400 adultos, com idades variáveis entre 18 e 52 anos, que mantinham amizade com pessoas do sexo oposto. A maioria confessou sentir ao menos um nível de atração por seu próprio amigo ou amiga, mas os homens tiveram resultados mais expressivos ao demonstrar seu interesse e também em sua disposição em marcar encontros amorosos com as amigas (o que talvez fosse previsível).

Em outro estudo, realizado pelo mesmos pesquisadores, os 400 entrevistados receberam instruções de listar os benefícios e malefícios das amizades intersexuais. A maioria considerou que tal relação era positiva. Porém, foi constatado que a eventual atração sexual era considerada uma vilã em sua própria vida. Justificativa: em virtude dela, enfrentavam problemas em seus relacionamentos amorosos. Além disso, aceitar que o companheiro amoroso tem um amigo do sexo oposto não é uma tarefa fácil para a maioria das pessoas, segundo a psicóloga americana Lillian Rubin. Segundo ela, os amigos, independente do gênero, existem para suprir lacunas que não são preenchidas no casamento e dessa forma tornam o mesmo viável. Em virtude disso, os amigos de sexo oposto do parceiro são considerados como uma ameaça. Uma declaração interessante e polêmica, não? Ainda assim, mesmo a despeito de tais riscos e da problemática atração sexual, as pessoas preferem investir em tais amizades, pois se sentem mais realizadas com tal “diversidade” entre os gêneros.

Já a pesquisadora americana Heidi Reeder, professora de comunicação da Boise State University, constatou que em 76% dos casos de “amizade colorida” apareceram relatos de que essa intimidade trouxe benefícios para a própria amizade. Ela entrevistou 300 pessoas e 20% dos homens e mulheres afirmaram que tiveram relações sexuais com pelo menos um amigo em algum momento da vida, o que surpreendeu inclusive a própria pesquisadora. Segundo ela, esse resultado contesta a ideia largamente difundida de que o sexo fora de um relacionamento romântico causa prejuízo emocional e acaba com a amizade. Além disso, 50% dos entrevistados iniciaram um namoro após conhecerem “melhor” o amigo. Vale destacar que a pesquisadora também identificou os quatro tipos mais comuns de amizade entre homens e mulheres (ver quadro no final da reportagem no último link) e outras descobertas interessantes. Eu procurei sintetizar aqui a parte que "justifica" o título dessa postagem. 

Bem, minha gente, o texto prossegue e, se querem vê-lo na íntegra, é só acessar o link. Existem exemplos verídicos de casais em diferentes contextos (inclusive na friend zone), estudos, estatísticas e opiniões profissionais. Uma boa reportagem. Como não quero escrever uma monografia, vou parar por aqui. (risos)

Agora vou citar minha opinião. Entre sites que citaram parcialmente esses estudos e a conclusão de que o sexo pode reforçar o vínculo da amizade (baseando-se mais especificamente na pesquisa de Heidi Reeder), li opiniões perplexas e contrárias a essa prática, alegando que isso incitava até a promiscuidade e banalizava o sexo. Tudo bem. Mas eu vejo da seguinte forma: se um casal de amigos está solteiro e há desejo envolvido, pode aparecer a oportunidade de transarem se ambos quiserem isso. Isso não chega a ser lógico e natural? Por que isso precisa ser motivo, necessariamente, de vergonha ou repúdio? As pessoas têm uma visão negativa a respeito da liberdade, mesmo em se tratando de uma possibilidade. Acredito que isso não significaria que agora qualquer círculo de amigos teria o pretexto perfeito promover orgias sexuais ou estimular a promiscuidade indiscriminada. Adeus friend zone? (risos) Se pensar bem, o fator amizade até proporciona um contato e intimidade prévia que pode ajudar a aproximação espontânea. Devemos convir, inclusive, que é difícil imaginar o que vai ocorrer durante o “percurso” de uma “simples” amizade. O maior problema ocorre quando uma das partes alimenta expectativas ou sentimentos que não são compartilhados. É a falta de sintonia que gera os conflitos. Mas acho que as coisas podem ser promissoras dependendo da cabeça e da predisposição do casal. 

Vale lembrar também que existem casos e casos e não há nenhuma “regra universal” que sirva para todas as pessoas, podendo inclusive haver casos em que o interesse romântico e/ou sexual prejudica a amizade (o texto aborda essa possibilidade também). Além disso, procurei focar no assunto que possivelmente mais atraiu a atenção dos leitores baseando-se em estudos. (risos) E chega.

Reportagem da revista Isto é:

13 de junho de 2012

My hand tells: "I'm afraid of men." [2]

Madrugada não é um bom momento para redigir meus posts. (rsrs) Além do sono, meu português estava para lá de desejável, embora ultimamente minha escrita tem estado decadente, por conta de ter deixado o blog há um bom tempo.

Para quem está começando a ler este post, é necessário ler o post anterior, já que esta é a sequência do meu raciocínio, senão, quem começar a ler a segunda parte, não entenderá muito bem de como iniciei este post.

Prosseguindo, creio que o meu bloqueio frente aos relacionamentos e aos homens é justamente a má imagem que um casamento me passou. Não sei se foi o casamento dos meus pais ou as atitudes do meu pai e dos familiares dele. Não há uma causa específica. Obviamente, sei que existem situações mil vezes piores, mas quando algo não está bem, a criança por si só é perceptível.

Minha opinião feminista se dissipou consideravelmente. Obviamente, ainda tenho medo de relacionamentos, admito que sou teimosa, não quero enfrentar nenhum tipo de terapia. Eu ainda sei que Deus pode me curar, isso quando eu realmente tiver vontade e mais fé, porque dos meus últimos anos para cá, só tenho estado bem descrente de tudo e minha fase, digamos ateísta. Fora que, tudo o que eu havia planejado desde a minha adolescência até um ano antes de conseguir meu diploma de bacharel, nada aconteceu. Só pode ter sido castigo, por eu ter afrontado muitos valores da sociedade, eu sempre achei que mulher é muito superior ao homem, por agir com mais racionalidade e mais sensatez do que ele. Logicamente minha mente feminista nunca extrapolou os limites, porque hoje em dia, a mulher em si perdeu valores e agem como se fossem homens, querem incorporar as atitudes dele, como dormir com vários caras, encher a cara,  perder a feminilidade e etc. Ainda bem que estas atitudes não me dominaram, talvez pela alguma religiosidade que eu ainda tinha e claro, como sempre, pela criação da minha mother.

Quando minha opinião sobre casamento/relacionamentos/homens começaram a se moldar com mais consistência, por volta dos meus 14/15 anos, eu admito que estava entrando em conflito comigo mesma, já que na época, eu estava frequentando uma igreja em São Paulo. Em todos os cultos os quais eu frequentava, eu voltava bem comigo mesma, porém ao mesmo tempo, eu não queria aceitar de que um relacionamento poderia complementar a vida de uma pessoa. Seja namoro, casamento, filhos e etc. E de que eu nunca poderia confiar em nenhum homem, porque eu sempre pensava que todos eles, sem exceção, eram de cárater duvidoso, o que de fato, no fundo, eu estava equivocada.
Sempre soube levar a situação com racionalidade, embora em algumas situações a racionalidade tenha se ocultado em momentos importúnos. Por isso, desde então, minha vida só se resumiu em ficar com as pessoas e nada mais. Ainda mais em baladas, porque ninguém se envolve com ninguém, porém, o que tentei evitar, aconteceu. E uma delas, acabei apaixonando (rsrs), e para a minha infelicidade, por um cafajeste, mas por mérito do meu orgulho, dignidade e com a força divina, me livrei do cara. Logicamente não tenho protótipo para ser lanchinho e piriguete, e nunca dei liberdade para tal. Quem não sabe exatamente a definição, visite o blog Manual dos Cafajestes, ou clique no link que está inserido nos termos lanchinho/periguete. Vale a pena, inclusive para as mulheres que idealizam o homem como um ser perfeito, o que de fato, não é. Saibam que o blog tem conteúdo pesado, mas é a realidade do mundo masculino. Eles são bichos que conforme o mundo vai ser modernizando, eles agem como se fossem bichos irracionais e que podem fazer o que bem entender com o sentimento e o corpo de qualquer mulher, sendo que eles mesmos não param para pensar que nem todas as mulheres se incluem no lanche e piriguetes. Agora tem mulheres que merecem mesmo levar esporro na cara para ver se aprende. (huashuas) Por isso, todo o cuidado é pouco. Depois falarei mais sobre este blog, em um post à parte. :)

My hand tells: "I'm afraid of men." [1]

Bom, agora posso redigir meus posts tranquilamente, tive que comprar outro teclado, porque ontem estava impossível digitar sem as teclas A, Z, Q... :S Serei mais cautelosa ao não derrubar água! haha

Ontem de madrugada, postei a matéria sobre o que a linha central da mão poderia revelar sobre a sua personalidade. Pelo menos, cafajeste não sou! hahaha Falando seriamente, não tenho caráter para  agir de tal maneira, embora eu saiba que eu tenha herdado genes para isso (infelizmente), que, se não fosse à contribuição da criação da minha mãe  e que, por outro lado, eu herdei a boa genética materna. Porque, caso contrário, eu teria a certeza de que o cafajestimo manifestaria facilmente em mim.

Enfim, do resultato obtido, foi a da Linha Quebrada e o da Montanha-Russa. Não irei falar sobre o último, porque no momento, não seria muito conveniente da minha parte ficar me autoanalisando sobre minhas estigmas emocionais.

O post de hoje é bem pessoal e ligada diretamente à minha vida. Muito mais bem pessoal do que já escrevi nos anos de 2008-2009. 

Afirmo que o da linha quebrada realmente me surpreendeu. Antes de comentar algo a mais, vale lembrar que não creio nestas coisas, porque eu como cristã (embora não-praticamente no momento), não vejo muito sentido em acreditar em algo digamos, quite no sense. Admito que sempre tive um certo bloqueio com os relacionamentos, com os homens em si. Para eu, uma pessoa de 27 anos nunca ter enfrentado um relacionamento sério, certamente tenho um bloqueio, ou porque sou exigente demais.

Daí, sempre tem uns incovenientes amigos, acéfalos, os quais não converso há milênios, e quando voltamos a conversar, vêm com a mesma pergunta: "E aí, já tá com namoradinho? Já tá namorando? Outro vem, e pergunta " vc já casou?" Aff, coisas  que não só amigos perguntam, mas certamente parentes também virão com a mesma pergunta. Algumas semanas atrás, um amigo meu que conheci  em 2009 (super lindo mas não vejo ele além de amigo hahaha), não falava com ele há praticamente há 1 ano. E algumas semanas atrás, quando o encontrei na net por ocasião, voltamos a conversar e eu perguntando sobre a rotina dele no Japão. Conversa vai e vem, quando o tonto veio com a mesma pergunta. Logicamente eu respondi que sou solteira e sempre fui hahaha. O pior vem depois... perguntou se me tornei lésbica... Afff. Foi o cúmulo. Se não tivesse tanta bondade, já o teria xingado e dito coisas a mais, mas mantive controle, é claro que demonstrei que não gostei. Justamente por comentários inoportunos que ele faz e às vezes fazia na época em que ficávamos teclando, não consigo vê-lo de outra maneira, mesmo sendo ultra lindo e blá blá... depois não sabe porque eu dou fora nele! (haushausua) Ele sempre dizia de que nunca dou bola pra ele (hahaha), e noutro dia, disse a mesma coisa. Já na época, eu dizia que ele era amigo de balada e que só o via como um amigo super zueiro e nada mais. E da outra vez, eu falei, que a culpa é dele mesmo, porque se ele realmente queria a minha atenção, ele deveria ter insistido mais desde os tempos em que conversávamos com frequência. Se bem que, nem insistindo, funcionaria. Tem homem que mesmo tendo caráter, não tem muito bom senso para conversar. :S Ou é para viver só em balada, que foi é o perfil de pessoa que vejo nele.  Enfim, a moral da questão é: nunca faça perguntas indesejáveis e comentários impróprios na hora errada. Isso vale para todas as pessoas. Comentários idiotas significa "Fim do Mundo". Queima o filme.

Agora, voltando ao objetivo deste post, vou partir desde o início. Nossa, me veio à mente neste exato momento da madrugada, este blog poderia ser uma auto-biografia. Poderia, porque se fosse para publicar um livro, meu nome teria que aparecer... logicamente. Enfim, eu ainda tento descobrir o tanto de bloqueio que tenho.

Na verdade, eu acho que já tenho alguns motivos. Me recordo que, desde criança, nunca tive sonho de casar, nem mesmo de ter namorado, eu já achava que seria tudo monótono e que a vida de solteiro deveria ser muito bom para ser vivida (olha só como eu já pensava na época de quando eu ainda era criança, eu, embora gostasse de brincar bastante, já tinha uma mente um pouco precoce). Depois dos 15 anos então, a idéia se tornou fixa, porque passei a priorizar mais os estudos, e já dizia veementemente que, casamento é tudo ilusão. Além disso, eu admito que já tinha uma mente bem feminista (claro que com bom senso), desde jovem já pensava na faculdade e de poder trabalhar, não depender de ninguém, e obviamente, não ao casamento e nenhum relacionamento, a não ser que um homem que valha a pena e que realmente preste e tenha caráter, sobretudo. Ao longo da minha adolescência até anos de 2007-2008, quando eu estava concluindo meus estudos na universidade, minha mente passou a mudar... na época, eu como uma mulher orgulhosa, não queria ter que admitir isso. Porém, essa idéia de repulsa ao relacionamento e mesmo de envolver com os homens talvez haja um motivo, creio que seja o sofrimento que a minha mãe vivenciou no casamento. Lógico que quando era criança, não posso negar que tudo era perfeito, mas ao mesmo tempo, não posso negar que já vivenciei inúmeras brigas entre meus pais. Era um pé-no-saco. Só me estressava. Me recordo uma vez que, quando meus pais brigavam, minha mãe me dizia "Vai lá perguntar para o seu pai se ele não vai pedir separação." hahaha Eu me divertia com isso.

Logicamente, desde pequena  acabei ficando do lado da minha mãe. Só passei a compreender melhor sobre a família do meu pai, de que nada era tão perfeito como eu imaginava, conforme fui crescendo, minha mãe foi contando aos poucos como as coisas aconteceram. E quando chegou meus 15 anos, só sentia ódio e repulsa de toda a família do meu pai. Atualmente ainda tenho um certo rancor por eles. Do meu pai, não tenho rancor, porém carrego em mim a má imagem e mágoa que ele me trouxe depois de toda a biografia da minha mãe.  Mas o meu ódio é focado somente aos familiares dele, que infelizmente tenho que viver no mesmo lugar, embora haja metros e metros de distância. Atualmente está tudo tranquilo, mas são os japoneses mais sem-caráter, inescrupulosos, egoístas, sujos, materialistas, aproveitadores e sobretudo, ingratos que foram tanto com o meu pai assim como com a minha mãe.

(... continuação no segundo post)......