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8 de junho de 2012

Por que o vicio tabagístico é melhor que ingerir bebidas alcoólicas?

Eu sei, a princípio que, quem lê o título pela primeira vez, dará um impacto e logo pensará "O que essa maluca está dizendo? Ela quer morrer é?!" Pois bem, darei de imediato os motivos as quais vejo com bons olhos de que fumar não tem tantos "danos" se comparado com aqueles que bebem socialmente.

Quando disse "danos", estou me referindo as causas que o álcool causa... enfim, quem bebe com freqüência ou adora encher a cara em baladas e outros eventos sociais, já sabe do que estou falando. Leva o indivíduo a euforia e quando o efeito passa, vem o momento pós-euforia, a fase digamos, depressiva. Pior é quando a pessoa gorfa no meio da festa... afff... que vexame e uma nojeira de causa asco. (hahaha terei que mencionar um fato no final deste post, já que agora eu posso, porque eu sou a GoldenGirl) :P Enfim, é óbvio que o cigarro não causa estes efeitos, não altera o comportamento da pessoa depois que ela fuma X cigarros. E o mais importante, mesmo depois que ela fuma, ela pode dirigir tranquilamente, diferentemente do álcool. 

Aí virá uma legião de defensores do álcool e atacará os fumantes, dizendo sobre os males do cigarro, de que fumar faz mal... de que fumar em ambientes fechados, incomodam os não-fumantes e etc.. e blá blá blá. Aliás, disso eu já sei, não critico a lei Anti-Fumo, pelo contrário, sou muito favorável porque sei muito bem que a fumaça que sai do cigarro, é extremamente incômoda ao nariz de outrém.. e para ser sincera, eu só gosto da fumaça que trago e não do que sai da queima do mesmo. Já estou cansada sobre alerta anti-fumos, e já estou muito bem ciente à respeito disso tudo, então creio que não haja mais nenhuma necessidade de me alertar sobre isso. Acontece que, o que mais me revolta nesta "pinche" * de Pais, é a quantidade de gente que bebe e dirige e ainda por cima, mata um inocente, e o pior de tudo, é que o culpado sai ileso. Nem com a Lei Seca, criada em 2008, tem sido suficiente para isso. 

Justamente por isso, a idéia deste post, na verdade foi com este intuito. Não estou querendo fazer uma comparação entre qual causa mais danos em relação ao outro, porém estou querendo trazer em mente que o efeito temporário que o álcool pode trazer a uma pessoa, não só os vexames, é muito pior do que isso. O grande problema está neste efeito temporário que a pessoa se encontra, ela pode justamente matar a uma outra pessoa, seja no volante, em uma briga de bar, balada... e entre outras situações.

Abrindo parênteses...
Passei por uma situação muito incômoda... hoje eu vejo que foi engraçado. Em uma festa da faculdade, se não me engano, era da Computação e foi em 2008, eu tinha ficado com um moçoilo (vou chamá-lo de R) que por sinal estava pra lá de Bagdá, mas bem consciente. Depois de um tempo, quando eu e uma amiga minha que morava comigo no pensionato, resolvemos pegar carona com o amigo dele (vou chamá-lo de A), e logicamente o R também. Decidimos pegar carona, porque essa amiga estava muito mal... abusou demais do álcool, cambaleando (mais um motivo para eu considerar o tabagismo como ponto positivo). Enfim, no meio do percurso... a minha amiga pede para estacionar o carro no estacionamento para gorfar. Eca! Até aí tudo bem, o pior foi minutos depois... eu ainda estava ficando com o moçoilo quando ele pede um tempo.... e gorfa. Affff. Que gafe. Pior é que, depois perdeu a graça... e pra piorar, minha amiga, estava tão mal, mas tão mal que tivemos que levá-la ao hospital para tomar injeção de glicose e ainda tive que ficar esperando no carro por quase  1 hora até ela e o amigo dele (A) retornarem. Fechando parênteses..

Por isso, mesmo quem beber na balada, prestem atenção na dose para não passar vergonha depois,  numa situação a qual passei. É extremamente constragedora e de causar nojo para um (a) parceiro (a), ainda mais gorfar quando está ficando. ¬¬

12 de agosto de 2009

E talvez assim...

É... e talvez assim. Assim... começar a acatar muitas padronizações da sociedade em si. Complicado? Que nada, as palavras podem simplesmente gerar milhões de imaginações. E assim é o meu blog... , como eu sempre dizia ao meus amigos "super master mega subjetivíssimo". Se bem que, dessa vez, não me saí tanto quanto esperava.

Padrões. Padrões enjoativos. Modelo de um sustentáculo da vida humana. Sei lá, do nada pensei em tais coisas, nesta triste madrugada fria e do meu sexto dia de 1/4 de século, e talvez eu já possa concluir que realmente não vou me libertar das tais normatizações da sociedade humana. Toda pessoa, cada ser é escravo de alguma normatização ou padrão. E sempre fui contra em ser submissa à isso, e sempre aceitei inovações na vida. Nossa, como adoro ser implícita! Desde a infância, constantemente me mantive firme dentro das minhas idéias fixas, conceitos, mudanças de muitas das regras "pastelões" da vida, pelo menos para mim, é óbvio. E não só por mero conformismo, mas possivelmente porque o meu cérebro recebia e ainda é obrigada a receber informações vocais através da minha audição, todas originárias de seres racionais, que sempre conviviam comigo todos os dias, e alguns até convivem. Aceitação de um cérebro, o qual as sinapses permanecem em contante trabalho e os pensamentos em círculo vicioso. É azar ou sorte. Poderá ser sonho para a maioria e talvez para mim, ou pesadelo, como sempre foi para mim. Isto estará sob arbítrio de muitos fatores.

E sou assim. Possivelmente resultado de algum processo traumático, e apreensão sobre coisas relacionadas. Vai lá saber o que realmente acontece...