"Uh, perdeu alguma coisa?"
Sei que esse é um tópico
consideravelmente popular entre diversos sites, páginas e blogs que costumam
tratar da cultura nerd/geek. Mas ele continua sendo dolorosamente atual.
(risos) Eu mesmo já cheguei a postar um tópico desses em um fórum de rpg e ele
rendeu considerável repercussão além de diversas teorias. Falando por
experiência própria, quando joguei rpg de mesa durante mais de uma década, eu
encontrei... quatro mulheres que jogavam isso. Envolvendo jogos eletrônicos,
tive uma ex-namorada que gostava desse passatempo. Como ela tinha um irmão gêmeo
que gostava do negócio, suponho que isso também a influenciou bastante. Foram
anos interessantes, entre outras razões, porque, como casal, investimos um
pouco da grana em conjunto para adquirir consoles e jogos retrôs só por
diversão. Um fenômeno absolutamente inédito que nunca voltou a se repetir.
(risos) Poucas e raríssimas são as meninas como o meu anime (vulgo GoldenGirl)
que conseguem nutrir simpatia pelos games sem torcer o nariz. Aliás, pela minha
própria experiência, era comum a menina procurar pressionar e influenciar o
namorado a se afastar desse “antro de loucos denominados gamers que desperdiçam
seu tempo de maneira imbecil”. Na melhor das hipóteses, a maioria alimenta um
profundo desinteresse (e desprezo) por isso. (risos)
Devo inclusive adicionar o fato que foi agradável constatar que o meu anime nutria paixão pelos jogos, auxiliando no próprio fortalecimento de nossa amizade por meio de gostos semelhantes, além de poder passar o tempo juntos em grande estilo em algumas noites. (risos) Conforme eu fui conhecendo melhor a srta. Maricy, mesmo através da internet, tive o prazer de conhecer uma garota legal e interessante. Prazer esse que gostaria de ver multiplicado. =] Até mesmo o papo adquire mais liberdade e profundidade em assuntos que geralmente não fazem parte do clássico universo feminino. =)
Devo inclusive adicionar o fato que foi agradável constatar que o meu anime nutria paixão pelos jogos, auxiliando no próprio fortalecimento de nossa amizade por meio de gostos semelhantes, além de poder passar o tempo juntos em grande estilo em algumas noites. (risos) Conforme eu fui conhecendo melhor a srta. Maricy, mesmo através da internet, tive o prazer de conhecer uma garota legal e interessante. Prazer esse que gostaria de ver multiplicado. =] Até mesmo o papo adquire mais liberdade e profundidade em assuntos que geralmente não fazem parte do clássico universo feminino. =)
League of Legends feelings?
Bem, é lógico que é fácil desejar
misturar prazer e diversão ao pensar em garotas gamers (a depender do caso),
mas mesmo quando pensamos em relacionamentos amorosos, é comum cada uma das
partes focar em suas “áreas de interesse” e se dedicar mais ao romance nos
momentos apropriados... saindo e ficando juntos. Mas não seria formidável
superar esse padrão e poder contar com uma “amiga” no “pacote completo” que
pudesse desfrutar dessa forma de entretenimento? Bem, acho desnecessário
mencionar que seria mais gostoso, inclusive no contexto social, conhecer mais
meninas que gostassem de jogos eletrônicos, especialmente se você for um cara
que curte isso e aprecia companhia feminina nas horas de lazer. Talvez a
própria criação das mocinhas também exerça um “afastamento” natural dos jogos,
não sei.
"Durma com os seres divinos alados de 500hp."
É óbvio que é fundamental
respeitar e compreender as preferências individuais de cada um. Só estou
tentando retratar uma realidade em que seria mais aprazível a ambos os sexos se
tal gosto fosse compartilhado. Nesse sentido, é tolice querer se “infiltrar” em
círculos masculinos para fingir que gosta de games enquanto está ali para
representar um papel, agradar ou mesmo cumprir outros “objetivos” (como se
aproximar de certo rapaz enquanto detesta o hobby; nessa última hipótese, do
ponto de vista romântico é lindo, mas a guria está usando uma máscara). De
qualquer maneira, acredito que é fácil detectar moças que são falsas gamers.
Gostaria de conhecer pesquisas
nesse sentido. Um Censo Gamer. (risos) Possivelmente, as estatísticas só iriam endossar
minha teoria: existem poucas garotas que REALMENTE gostam de jogos eletrônicos.
Fico imaginando como seria visitar a casa de uma amiga e averiguar que ela
possui um console estrategicamente localizado em seu quarto ou mesmo um computador com boas opções de jogos, por exemplo. Uma
surpresa e tanto. Só de imaginá-la demonstrando uma genuína paixão pelos games
e comprovando seu conhecimento e habilidade acerca do assunto com
espontaneidade, seria possível sentir um orgasmo? (risos) Melhor ainda seria
notar que ela possui um gosto eclético em relação à jogatina. A propósito, sem
querer ser machista, eu mesmo já conheci algumas mocinhas no universo
multiplayer do PS3 que me deixaram boquiaberto com sua habilidade em jogos de
tiro em primeira pessoa, por exemplo.
Aproveito a ocasião para abrir um
parêntese: tenho uma amiga que já participou de torneios do clássico Counter
Stryke há anos atrás em um clã feminino (só membros de calcinhas). Não deixa de
ser uma honra conhecer gurias gamers que levaram isso a sério. (risos)
Há, é lógico que estou baseando
minha opinião sobre o assunto por meio de minha experiência de vida e em minhas
próprias preferências que podem ser erroneamente consideradas exclusivamente
masculinas por algumas pessoas, como quem diz: “ah, mas isso é coisa de
garotos!” Se você conhece uma porção de garotas gamers, meus parabéns pelo
achado, pois é isso o que considero: um raro achado. Se elas não são lendas,
são mitos... ou vivem em guildas altamente secretas. (risos) Da mesma maneira,
acho incrível observar que existem moças que curtem quadrinhos também, pois
também curto isso. Aliás... tenho uma amiga que recentemente se declarou aficionada
pela Elektra e fiquei pasmo pela novidade. Ela mesma contou uma história de que
tinha uma edição especial dessa personagem e ficou puta da vida por outra
pessoa ter “roubado” a revistinha. Naturalmente, não deixei de manifestar explicitamente
a admiração pela mulher por gostar de histórias em quadrinhos em sua juventude.
(risos)
De resto, é sempre válido ressaltar que isso abrange mais do que eventuais interesses amorosos e/ou carnais, pois mesmo para efeito de amizade, é adorável pensar que podemos dividir momentos de diversão com o sexo oposto numa boa sem haver um “abismo” justificado por determinado “gênero”. Espero que o tempo possa atrair mais calcinhas para esse meio e gerar uma experiência mais enriquecedora e diversa.





