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1 de julho de 2013
28 de janeiro de 2013
Auto-controle e disciplina. [2]
Na verdade, este post não é exatamente uma
sequência do outro "Auto-controle e disciplina" (escrito há 6 meses atrás). É apenas
uma nova reflexão sobre o meu vício tabagístico, o qual tem me afligido nestes
últimos dias.
Não tenho descansado direito em função de
uma dor de garganta que me surgiu faz algum tempo. E foi justamente essa dor que me
fez criar este post. Ela está me atormentando, e espero que não
seja nada grave. :/ Caso contrário, terei que ir ao médico... ai
tristeza. E a partir dela, está me trazendo um desespero profundo e um arrependimento terrível por estar fumando ao longo dos últimos 7 anos. Logicamente, tive alguns períodos os quais eu consegui interromper o fumo por quase 1 semestre, mas sempre havia algum motivo para eu voltar ao vício. De fato, neste ano completará 10 anos que conheci a nicotina, porém o vício me pegou de surpresa desde os meados do ano de 2006... rs... culpa da prova de Microbiologia na faculdade.
Isso deve ser alguma manifestação, para que eu definitivamente corte este mal pela raíz, além do fato do preço dele ter-se elevado novamente (o preço
foi reajustado neste ano, o maço da marca o qual eu fumo está custando R$
5,75... e vamos queimar dinheiro. rs). O preço dessa joça só se eleva, e então eu digo, "merds de
governo que só sabe aumentar impostos de acordo com os seus interesses". É
revoltante. :S
Existe algo para que eu me desprenda definitivamente
deste vício? É como falo... "aconselhar é fácil, difícil é estar no meu
lugar". :( Quando penso na possibilidade de parar, sinto o meu desespero devido à crise de
abstinência. Prevejo a minha fraqueza sem ele e me tornar mais insegura, embora
eu saiba que a sensação de segurança ocasionada pela nicotina é totalmente
ilusória e momentânea. Nem mesmo as minhas promessas foram cumpridas a longo
prazo. Minha primeira promessa foi pouco antes de eu me graduar, havia dito que
pararia aos 25 anos. De imediato, até consegui permanecer sem ele por quase 1
semestre, porém acabei retomando. Em seguida, em 2011, me recordo que passei praticamente mais de 6
meses sem o vício, porém como sempre... havia algum motivo para ser atraída
novamente ao vício. Não é fácil.
Hoje eu penso de como fui me meter com o vício... sendo que, sempre repudiei qualquer tipo de vício quando eu era criança até o término da fase da adolescência. Não sei por que cargas d’água acabei mergulhando nisso. De fato, até sei. O pior é que, muitas pessoas me julgavam como a “moça certinha” e etc.. e etc (não gosto nem um pouco deste tipo de julgamento, principalmente avaliando pelo estereótipo da pessoa) e que eu realmente não transmito a imagem de uma fumante. Pode ser verdade, mas a conclusão é: existem pessoas que fumam e que são corretas, assim como existem salafrários , bandidos, ou qualquer espécie de pessoas consideradas “maus” pela sociedade e que não fumam. Por isso, abomino qualquer tipo de julgamento baseado em estereótipos.
Hoje eu penso de como fui me meter com o vício... sendo que, sempre repudiei qualquer tipo de vício quando eu era criança até o término da fase da adolescência. Não sei por que cargas d’água acabei mergulhando nisso. De fato, até sei. O pior é que, muitas pessoas me julgavam como a “moça certinha” e etc.. e etc (não gosto nem um pouco deste tipo de julgamento, principalmente avaliando pelo estereótipo da pessoa) e que eu realmente não transmito a imagem de uma fumante. Pode ser verdade, mas a conclusão é: existem pessoas que fumam e que são corretas, assim como existem salafrários , bandidos, ou qualquer espécie de pessoas consideradas “maus” pela sociedade e que não fumam. Por isso, abomino qualquer tipo de julgamento baseado em estereótipos.
Enfim... agora eu retomo a minha nova
tentativa... será que eu conseguirei me desvencilhar do vício?
4 de dezembro de 2012
O perigo da S.I.D.A.
Meu fds foi muito morfético. Até que não estava morfético antes, porque tinha combinado de ir almoçar com a minha mom no Burguer King. Finalmente, abriu uma rede na minha cidade... ¬_¬'.... Além de comer no burguer, a gulosa aqui ainda passou no Habib's para levar umas 30 esfihas para janta e almoço de amanhã! haushaushaus Estou comendo muito! '-' Desse jeito vou engordar novamente. Não sei o que acontece comigo. Ow vida!
E além disso, a Vivo motherfucker está me trollando novamente!
Ainda não sei como existem pessoas inconscientes em pleno século XXI. Afirmo com toda a veracidade, que os jovens que não tem consciência sobre a gravidade da AIDS, são os acéfalos ignorantes e acomodados pela mera burrice e por atitudes imbecis. Aliás, nem sempre são ignorantes. Quando digo acéfalos e sem consciência, são os bestas que acreditam que o vírus não se propagará com ELES, e por isso, acabam agindo irresponsavelmente e esquecem de usar preservativos em qualquer tipo de relação sexual. Assim como usuários de drogas injetáveis que utilizam seringas compartilhadas. AIDS não tem cura. E creio muito que jamais haverá cura, o vírus é altamente mutagênico. E meu ponto de vista sobre a vacina para evitar o contágio com o vírus é negativa. E consequentemente, aí é que as pessoas abusarão da sorte, e logo vem a desgraça se propagando em efeito dominó.
E além disso, a Vivo motherfucker está me trollando novamente!
Na verdade estou só desperdiçando o meu tempo aqui. Deveria estar agora na cozinha. haha E escrever o post para amanhã. Bom, post de hoje: a SIDA ou a AIDS, pois já que me dei conta que dias atrás foi o Dia Mundial contra o Virus. Apenas me lembrei justamente por causa da data, porque não tenho mais visto nada que vem da TV. A cada dia que passa, eu tenho asco e nojo da mídia.
Vi numa pesquisa (não me recordo de qual fonte era) que infelizmente, o índice de casos de contaminação está aumentando entre jovens de 14 anos até 29 anos (heterossexuais e principalmente homossexuais) sobretudo no estado de SP. E que o índice também tem se elevado para pessoas da 3ª idade! :O Fico imaginando o porquê estas pessoas acefaladas não fazem juz ao uso de preservativos. É irresponsabilidade para com o seu próprio corpo!
Ainda não sei como existem pessoas inconscientes em pleno século XXI. Afirmo com toda a veracidade, que os jovens que não tem consciência sobre a gravidade da AIDS, são os acéfalos ignorantes e acomodados pela mera burrice e por atitudes imbecis. Aliás, nem sempre são ignorantes. Quando digo acéfalos e sem consciência, são os bestas que acreditam que o vírus não se propagará com ELES, e por isso, acabam agindo irresponsavelmente e esquecem de usar preservativos em qualquer tipo de relação sexual. Assim como usuários de drogas injetáveis que utilizam seringas compartilhadas. AIDS não tem cura. E creio muito que jamais haverá cura, o vírus é altamente mutagênico. E meu ponto de vista sobre a vacina para evitar o contágio com o vírus é negativa. E consequentemente, aí é que as pessoas abusarão da sorte, e logo vem a desgraça se propagando em efeito dominó.
O problema é que, a política de combate contra AIDS aqui no Brasil é fraquíssima. A campanha só torna a aparecer com frequência em mídias durante a época de Carnaval. DEVERIA SER O ANO INTEIRO!!! O brasileiro é um típico de pessoa, que se preocupa quando a campanha aparece, e logo depois se acomoda. Aí... já viu o acidente, quando se acomoda, ou é o contágio de AIDS ou alguma DST, ou gravidez indesejada, ou da gravidez indesejada com o feto já contaminado pelo vírus. Por conseguinte, vem a questão do Aborto, o qual só deixarei para amanhã ou noutro dia. Só adianto a seguinte opinião: sou favorável à legalização do aborto, porém que não faça disso uma atitude corriqueira e irresponsável, pois traz danos ao organismo da mulher. Quando falo que sou favorável, quando se trata em alguns aspectos.
Concluindo: consciência sobre a importância do uso de preservativos, sobre DST's e AIDS vem da casa, e
também da escola. Pais que não sabem orientar os filhos neste aspecto, a tendência destes filhos é agir irresponsavelmente. Aliás, se a pessoa que é esperta o suficiente para perceber que não há diálogo com os pais, é simples, vá buscar informações em livros, médicos... entre outras tantas coisas. Eu agradeço por ser consciente, até porque minha mãe nunca teve problemas em dialogar sobre tudo isso desde os meus 11-12 anos de idade. Mesmo ela me passando alguns valores cristãos, ele sempre teve o bom senso crítico em conversar sobre absolutamente tudo comigo. Não é porque eu sou uma pessoa tímida (quer dizer... não sou tanto, até porque mudei muito nos últimos 10 anos.. me tornei sem-vergonha hahahaha) isso possa significar que eu tenho restrições para discutir abertamente sobre determinados assuntos. Bom senso deveria existir em todo o lar, e em qualquer família. Quem ama, cuida e educa.
15 de julho de 2012
Auto-controle e disciplina.
Minha motivação extra para o blog está desvanecendo-se novamente. =( Preocupações estão me tirando do foco de muitas coisas, como meus estudos para um concurso que vou tentar... -.-
Estes dias, me dei conta o quão preciso impor certas regras e limites sobre minhas atitudes e comportamentos. Para começar, tentar cortar o cigarro, embora meu hábito não tenha sido incessante como na época da faculdade. Em um dos posts, do início de 2009, eu havia feito uma promessa a qual eu disse "com 25 anos, eu iria cortar o cigarro da minha vida"... E hoje, com meus quase 28 anos, entrando já na fase "balzaca", ainda não consigo viver sem um maço de Marlborozinho pelo menos uma vez por semana. Ela atenua minha ansiedade, nervosismo e a cada tragada, me traz uma sensação de alívio. De fato, substâncias químicas só acentuam o problema ao invés de melhorá-los, eles apenas mascaram os problemas por alguns segundos.
E aí vem o outro comportamento para ser disciplinado com vigor: ansiedade. E a minha ansiedade sempre me faz agir em algumas determinadas situações, com muita impulsividade. :( Consequentemente, acabo me precipitando em todos os aspectos. E aí, vem-me a pergunta: como ter o auto-controle? Eu sinto a extrema dificuldade em controlá-los, o que me torna mais frágil e insegura para tomar muitas decisões. E justamente o cigarro não será o meu braço-direito para a vida toda.
No meu último ano de universidade, poucos meses antes de iniciar este blog, eu frequentei algumas seções de meditação em que meu amigo havia me indicado. Na verdade, não é qualquer tipo de meditação, tem quer ser o da Sahaja Yoga. De fato, eu deveria ter persistido, porém a preguiça e a distância, me fez com que eu não prosseguisse mais. Inclusive nos dias em que eu fui realizar uma visita nestas seções, voltei para a casa sem a mínima vontade de fumar. :O E mais serena! (hahaha... não estou dizendo que eu era um bicho!).
Agora, meu outro problema, está sendo o Facebook e os apps da vida. Já havia comentado sobre a possível desativação da conta. Ainda mais porque viciei no outro app de música... ¬¬... Imagina a força que terei para apenas clicar em "desativar a conta". (rsrsrs). E para piorar, descobri que, por um desleixo e falta de atenção quando acessei o facebook de um cyber house na semana passada, alguém acessou a minha conta e acabou deletando algumas pessoas da minha lista. Sorte que descobri a tempo, senão, o idiota possivelmente iria fazer coisas piores e inimagináveis com a minha conta (--')
Pois é, mudanças nos hábitos não é tão fácil como realmente parece. Determinadas mudanças só acontecem quando a vontade e auto-estima estão elevadas. Quando a pessoa está passando por uma mudança para melhorar ou excluir determinados hábitos, sempre lhes levam a um estresse emocional / psicológico. Será que serei capaz em superar todos os obstáculos emocionais?
E aí vem o outro comportamento para ser disciplinado com vigor: ansiedade. E a minha ansiedade sempre me faz agir em algumas determinadas situações, com muita impulsividade. :( Consequentemente, acabo me precipitando em todos os aspectos. E aí, vem-me a pergunta: como ter o auto-controle? Eu sinto a extrema dificuldade em controlá-los, o que me torna mais frágil e insegura para tomar muitas decisões. E justamente o cigarro não será o meu braço-direito para a vida toda.
No meu último ano de universidade, poucos meses antes de iniciar este blog, eu frequentei algumas seções de meditação em que meu amigo havia me indicado. Na verdade, não é qualquer tipo de meditação, tem quer ser o da Sahaja Yoga. De fato, eu deveria ter persistido, porém a preguiça e a distância, me fez com que eu não prosseguisse mais. Inclusive nos dias em que eu fui realizar uma visita nestas seções, voltei para a casa sem a mínima vontade de fumar. :O E mais serena! (hahaha... não estou dizendo que eu era um bicho!).
Agora, meu outro problema, está sendo o Facebook e os apps da vida. Já havia comentado sobre a possível desativação da conta. Ainda mais porque viciei no outro app de música... ¬¬... Imagina a força que terei para apenas clicar em "desativar a conta". (rsrsrs). E para piorar, descobri que, por um desleixo e falta de atenção quando acessei o facebook de um cyber house na semana passada, alguém acessou a minha conta e acabou deletando algumas pessoas da minha lista. Sorte que descobri a tempo, senão, o idiota possivelmente iria fazer coisas piores e inimagináveis com a minha conta (--')
Pois é, mudanças nos hábitos não é tão fácil como realmente parece. Determinadas mudanças só acontecem quando a vontade e auto-estima estão elevadas. Quando a pessoa está passando por uma mudança para melhorar ou excluir determinados hábitos, sempre lhes levam a um estresse emocional / psicológico. Será que serei capaz em superar todos os obstáculos emocionais?
17 de junho de 2012
17/06/2012
Para ser sincera, não tenho muita criatividade para colocar um título descente. (rsrs) Poderia ser "Conselhos" porque ontem fiquei a madrugada inteira conversando com um amigo de Guatemala, ele tentou me ajudar sobre o que realmente causa a depressão. Na verdade, conheço ele desde outubro de 2010, desde os tempos em que eu e mais a roda de amigos ficávamos jogando cenário Settlers, no servidor online de Age of Mythology, saudades destes tempos! Me lembro que ele tinha problemas no casamento dele, sempre meio solitário. Fora que me recordo da fase ateísta que ele tinha. E na época, eu sempre tentava dar algum conselho que pudesse ser útil.
A última vez que nos falamos, foi há mais de 1 ano. Agora que voltamos a falar, ele mudou muito, sobretudo no que se trata de espiritualidade. Além disso, ele se tornou cristão, uma boa notícia! Está estudando também sobre a parte filosofia, Ying Yang (do qual ainda não sei) e a Bíblia. Estivemos conversando, falando sobre todos os problemas, ele perdoou a esposa mas pelo o que percebi, ainda está havendo alguma barreira para ele não estar feliz com ela. Obviamente não vou descrever com detalhes, mas ela certamente magoou ele, por uma descoberta que ele fez.
A questão é, o que os problemas tem a ver com tudo isso? As pessoas estão infelizes justamente porque sempre há razão de que a parte interna da pessoa anda mal. No caso dele, ele disse que mesmo frequentando a igreja, ele sente que a cônjuge é vazia por dentro. E por que as pessoas são vazias e os relacionamentos se tornaram banalizados? É óbvio, porque as pessoas só sabem enxergar o externo. Só querem se satisfazer, é tudo baseado na obcessão, ilusão, atração física. Uma comparação que ele fez, foi horrível, mas no fundo é verdade - "todo se quiere instantaneo, esta una eyaculacion resulta rapido porque es urgente.." :S
Uma coisa que ele deixou bem claro, e realmente é uma coisa que todos deveriam refletir:
"Para el corazon es un hogar
Para la mente tu cuerpo es Fisica Anatomia
Para el corazon es un Templo
Corazon es un simbolo de tu ser interno."
Poderia me extender mais aqui, porém entender o comportamento humano e a espiritualidade é complexo e exige muito estudo e compreensão. Admito que gosto muito de discutir tudo que se envolva neste assunto, creio que me graduei numa carreira errônea. Deveria ser uma psicóloga. :D
14 de junho de 2012
Recomendação: Blog Manual dos Cafajestes
E novamente, ressurgiu a vontade de escrever! :O Meus dedos estão hiperativos! Mas não estou com pensamentos e idéias para escrever textos longínquos. Ainda mais porque neste exato momento estou preparando janta! :D Batatas ao forno! Postarei a receita!
Por isso, só vou comentar a respeito deste blog, que já fiz uma pequena menção no post retrasado. Já o acompanho desde meados de 2008, e garanto que ajudou a clarear minhas idéias com mais certeza naquela época. (rssrs) Só vale para as mulheres entre 18 - 25, para saberem como os caras cafas agem! :D
Atualmente, não tenho acompanhado com certa frequência, porque já estou entrando na idade de "balzaca" (hahahaha), mesmo eu aparentando moça de 20 anos, e eu já estou numa fase bem light da minha vida, não quero rolos para o meu lado, e minha fase de ficante (embora eu tenha ficado com poucos - isso é bom) já se foi. Mas relacionamentos, no momento, pretendo manter-me distante até eu encontrar a solução eficaz para o meu bloqueio.
13 de junho de 2012
My hand tells: "I'm afraid of men." [1]
Bom, agora posso redigir meus posts tranquilamente, tive que comprar outro teclado, porque ontem estava impossível digitar sem as teclas A, Z, Q... :S Serei mais cautelosa ao não derrubar água! haha
Ontem de madrugada, postei a matéria sobre o que a linha central da mão poderia revelar sobre a sua personalidade. Pelo menos, cafajeste não sou! hahaha Falando seriamente, não tenho caráter para agir de tal maneira, embora eu saiba que eu tenha herdado genes para isso (infelizmente), que, se não fosse à contribuição da criação da minha mãe e que, por outro lado, eu herdei a boa genética materna. Porque, caso contrário, eu teria a certeza de que o cafajestimo manifestaria facilmente em mim.
Enfim, do resultato obtido, foi a da Linha Quebrada e o da Montanha-Russa. Não irei falar sobre o último, porque no momento, não seria muito conveniente da minha parte ficar me autoanalisando sobre minhas estigmas emocionais.
O post de hoje é bem pessoal e ligada diretamente à minha vida. Muito mais bem pessoal do que já escrevi nos anos de 2008-2009.
Afirmo que o da linha quebrada realmente me surpreendeu. Antes de comentar algo a mais, vale lembrar que não creio nestas coisas, porque eu como cristã (embora não-praticamente no momento), não vejo muito sentido em acreditar em algo digamos, quite no sense. Admito que sempre tive um certo bloqueio com os relacionamentos, com os homens em si. Para eu, uma pessoa de 27 anos nunca ter enfrentado um relacionamento sério, certamente tenho um bloqueio, ou porque sou exigente demais.
Daí, sempre tem uns incovenientes amigos, acéfalos, os quais não converso há milênios, e quando voltamos a conversar, vêm com a mesma pergunta: "E aí, já tá com namoradinho? Já tá namorando? Outro vem, e pergunta " vc já casou?" Aff, coisas que não só amigos perguntam, mas certamente parentes também virão com a mesma pergunta. Algumas semanas atrás, um amigo meu que conheci em 2009 (super lindo mas não vejo ele além de amigo hahaha), não falava com ele há praticamente há 1 ano. E algumas semanas atrás, quando o encontrei na net por ocasião, voltamos a conversar e eu perguntando sobre a rotina dele no Japão. Conversa vai e vem, quando o tonto veio com a mesma pergunta. Logicamente eu respondi que sou solteira e sempre fui hahaha. O pior vem depois... perguntou se me tornei lésbica... Afff. Foi o cúmulo. Se não tivesse tanta bondade, já o teria xingado e dito coisas a mais, mas mantive controle, é claro que demonstrei que não gostei. Justamente por comentários inoportunos que ele faz e às vezes fazia na época em que ficávamos teclando, não consigo vê-lo de outra maneira, mesmo sendo ultra lindo e blá blá... depois não sabe porque eu dou fora nele! (haushausua) Ele sempre dizia de que nunca dou bola pra ele (hahaha), e noutro dia, disse a mesma coisa. Já na época, eu dizia que ele era amigo de balada e que só o via como um amigo super zueiro e nada mais. E da outra vez, eu falei, que a culpa é dele mesmo, porque se ele realmente queria a minha atenção, ele deveria ter insistido mais desde os tempos em que conversávamos com frequência. Se bem que, nem insistindo, funcionaria. Tem homem que mesmo tendo caráter, não tem muito bom senso para conversar. :S Ou é para viver só em balada, que foi é o perfil de pessoa que vejo nele. Enfim, a moral da questão é: nunca faça perguntas indesejáveis e comentários impróprios na hora errada. Isso vale para todas as pessoas. Comentários idiotas significa "Fim do Mundo". Queima o filme.
Agora, voltando ao objetivo deste post, vou partir desde o início. Nossa, me veio à mente neste exato momento da madrugada, este blog poderia ser uma auto-biografia. Poderia, porque se fosse para publicar um livro, meu nome teria que aparecer... logicamente. Enfim, eu ainda tento descobrir o tanto de bloqueio que tenho.
Na verdade, eu acho que já tenho alguns motivos. Me recordo que, desde criança, nunca tive sonho de casar, nem mesmo de ter namorado, eu já achava que seria tudo monótono e que a vida de solteiro deveria ser muito bom para ser vivida (olha só como eu já pensava na época de quando eu ainda era criança, eu, embora gostasse de brincar bastante, já tinha uma mente um pouco precoce). Depois dos 15 anos então, a idéia se tornou fixa, porque passei a priorizar mais os estudos, e já dizia veementemente que, casamento é tudo ilusão. Além disso, eu admito que já tinha uma mente bem feminista (claro que com bom senso), desde jovem já pensava na faculdade e de poder trabalhar, não depender de ninguém, e obviamente, não ao casamento e nenhum relacionamento, a não ser que um homem que valha a pena e que realmente preste e tenha caráter, sobretudo. Ao longo da minha adolescência até anos de 2007-2008, quando eu estava concluindo meus estudos na universidade, minha mente passou a mudar... na época, eu como uma mulher orgulhosa, não queria ter que admitir isso. Porém, essa idéia de repulsa ao relacionamento e mesmo de envolver com os homens talvez haja um motivo, creio que seja o sofrimento que a minha mãe vivenciou no casamento. Lógico que quando era criança, não posso negar que tudo era perfeito, mas ao mesmo tempo, não posso negar que já vivenciei inúmeras brigas entre meus pais. Era um pé-no-saco. Só me estressava. Me recordo uma vez que, quando meus pais brigavam, minha mãe me dizia "Vai lá perguntar para o seu pai se ele não vai pedir separação." hahaha Eu me divertia com isso.
Logicamente, desde pequena acabei ficando do lado da minha mãe. Só passei a compreender melhor sobre a família do meu pai, de que nada era tão perfeito como eu imaginava, conforme fui crescendo, minha mãe foi contando aos poucos como as coisas aconteceram. E quando chegou meus 15 anos, só sentia ódio e repulsa de toda a família do meu pai. Atualmente ainda tenho um certo rancor por eles. Do meu pai, não tenho rancor, porém carrego em mim a má imagem e mágoa que ele me trouxe depois de toda a biografia da minha mãe. Mas o meu ódio é focado somente aos familiares dele, que infelizmente tenho que viver no mesmo lugar, embora haja metros e metros de distância. Atualmente está tudo tranquilo, mas são os japoneses mais sem-caráter, inescrupulosos, egoístas, sujos, materialistas, aproveitadores e sobretudo, ingratos que foram tanto com o meu pai assim como com a minha mãe.
(... continuação no segundo post)......
O post de hoje é bem pessoal e ligada diretamente à minha vida. Muito mais bem pessoal do que já escrevi nos anos de 2008-2009.
Afirmo que o da linha quebrada realmente me surpreendeu. Antes de comentar algo a mais, vale lembrar que não creio nestas coisas, porque eu como cristã (embora não-praticamente no momento), não vejo muito sentido em acreditar em algo digamos, quite no sense. Admito que sempre tive um certo bloqueio com os relacionamentos, com os homens em si. Para eu, uma pessoa de 27 anos nunca ter enfrentado um relacionamento sério, certamente tenho um bloqueio, ou porque sou exigente demais.
Daí, sempre tem uns incovenientes amigos, acéfalos, os quais não converso há milênios, e quando voltamos a conversar, vêm com a mesma pergunta: "E aí, já tá com namoradinho? Já tá namorando? Outro vem, e pergunta " vc já casou?" Aff, coisas que não só amigos perguntam, mas certamente parentes também virão com a mesma pergunta. Algumas semanas atrás, um amigo meu que conheci em 2009 (super lindo mas não vejo ele além de amigo hahaha), não falava com ele há praticamente há 1 ano. E algumas semanas atrás, quando o encontrei na net por ocasião, voltamos a conversar e eu perguntando sobre a rotina dele no Japão. Conversa vai e vem, quando o tonto veio com a mesma pergunta. Logicamente eu respondi que sou solteira e sempre fui hahaha. O pior vem depois... perguntou se me tornei lésbica... Afff. Foi o cúmulo. Se não tivesse tanta bondade, já o teria xingado e dito coisas a mais, mas mantive controle, é claro que demonstrei que não gostei. Justamente por comentários inoportunos que ele faz e às vezes fazia na época em que ficávamos teclando, não consigo vê-lo de outra maneira, mesmo sendo ultra lindo e blá blá... depois não sabe porque eu dou fora nele! (haushausua) Ele sempre dizia de que nunca dou bola pra ele (hahaha), e noutro dia, disse a mesma coisa. Já na época, eu dizia que ele era amigo de balada e que só o via como um amigo super zueiro e nada mais. E da outra vez, eu falei, que a culpa é dele mesmo, porque se ele realmente queria a minha atenção, ele deveria ter insistido mais desde os tempos em que conversávamos com frequência. Se bem que, nem insistindo, funcionaria. Tem homem que mesmo tendo caráter, não tem muito bom senso para conversar. :S Ou é para viver só em balada, que foi é o perfil de pessoa que vejo nele. Enfim, a moral da questão é: nunca faça perguntas indesejáveis e comentários impróprios na hora errada. Isso vale para todas as pessoas. Comentários idiotas significa "Fim do Mundo". Queima o filme.
Agora, voltando ao objetivo deste post, vou partir desde o início. Nossa, me veio à mente neste exato momento da madrugada, este blog poderia ser uma auto-biografia. Poderia, porque se fosse para publicar um livro, meu nome teria que aparecer... logicamente. Enfim, eu ainda tento descobrir o tanto de bloqueio que tenho.
Na verdade, eu acho que já tenho alguns motivos. Me recordo que, desde criança, nunca tive sonho de casar, nem mesmo de ter namorado, eu já achava que seria tudo monótono e que a vida de solteiro deveria ser muito bom para ser vivida (olha só como eu já pensava na época de quando eu ainda era criança, eu, embora gostasse de brincar bastante, já tinha uma mente um pouco precoce). Depois dos 15 anos então, a idéia se tornou fixa, porque passei a priorizar mais os estudos, e já dizia veementemente que, casamento é tudo ilusão. Além disso, eu admito que já tinha uma mente bem feminista (claro que com bom senso), desde jovem já pensava na faculdade e de poder trabalhar, não depender de ninguém, e obviamente, não ao casamento e nenhum relacionamento, a não ser que um homem que valha a pena e que realmente preste e tenha caráter, sobretudo. Ao longo da minha adolescência até anos de 2007-2008, quando eu estava concluindo meus estudos na universidade, minha mente passou a mudar... na época, eu como uma mulher orgulhosa, não queria ter que admitir isso. Porém, essa idéia de repulsa ao relacionamento e mesmo de envolver com os homens talvez haja um motivo, creio que seja o sofrimento que a minha mãe vivenciou no casamento. Lógico que quando era criança, não posso negar que tudo era perfeito, mas ao mesmo tempo, não posso negar que já vivenciei inúmeras brigas entre meus pais. Era um pé-no-saco. Só me estressava. Me recordo uma vez que, quando meus pais brigavam, minha mãe me dizia "Vai lá perguntar para o seu pai se ele não vai pedir separação." hahaha Eu me divertia com isso.
Logicamente, desde pequena acabei ficando do lado da minha mãe. Só passei a compreender melhor sobre a família do meu pai, de que nada era tão perfeito como eu imaginava, conforme fui crescendo, minha mãe foi contando aos poucos como as coisas aconteceram. E quando chegou meus 15 anos, só sentia ódio e repulsa de toda a família do meu pai. Atualmente ainda tenho um certo rancor por eles. Do meu pai, não tenho rancor, porém carrego em mim a má imagem e mágoa que ele me trouxe depois de toda a biografia da minha mãe. Mas o meu ódio é focado somente aos familiares dele, que infelizmente tenho que viver no mesmo lugar, embora haja metros e metros de distância. Atualmente está tudo tranquilo, mas são os japoneses mais sem-caráter, inescrupulosos, egoístas, sujos, materialistas, aproveitadores e sobretudo, ingratos que foram tanto com o meu pai assim como com a minha mãe.
(... continuação no segundo post)......
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