13 de junho de 2012

My hand tells: "I'm afraid of men." [2]

Madrugada não é um bom momento para redigir meus posts. (rsrs) Além do sono, meu português estava para lá de desejável, embora ultimamente minha escrita tem estado decadente, por conta de ter deixado o blog há um bom tempo.

Para quem está começando a ler este post, é necessário ler o post anterior, já que esta é a sequência do meu raciocínio, senão, quem começar a ler a segunda parte, não entenderá muito bem de como iniciei este post.

Prosseguindo, creio que o meu bloqueio frente aos relacionamentos e aos homens é justamente a má imagem que um casamento me passou. Não sei se foi o casamento dos meus pais ou as atitudes do meu pai e dos familiares dele. Não há uma causa específica. Obviamente, sei que existem situações mil vezes piores, mas quando algo não está bem, a criança por si só é perceptível.

Minha opinião feminista se dissipou consideravelmente. Obviamente, ainda tenho medo de relacionamentos, admito que sou teimosa, não quero enfrentar nenhum tipo de terapia. Eu ainda sei que Deus pode me curar, isso quando eu realmente tiver vontade e mais fé, porque dos meus últimos anos para cá, só tenho estado bem descrente de tudo e minha fase, digamos ateísta. Fora que, tudo o que eu havia planejado desde a minha adolescência até um ano antes de conseguir meu diploma de bacharel, nada aconteceu. Só pode ter sido castigo, por eu ter afrontado muitos valores da sociedade, eu sempre achei que mulher é muito superior ao homem, por agir com mais racionalidade e mais sensatez do que ele. Logicamente minha mente feminista nunca extrapolou os limites, porque hoje em dia, a mulher em si perdeu valores e agem como se fossem homens, querem incorporar as atitudes dele, como dormir com vários caras, encher a cara,  perder a feminilidade e etc. Ainda bem que estas atitudes não me dominaram, talvez pela alguma religiosidade que eu ainda tinha e claro, como sempre, pela criação da minha mother.

Quando minha opinião sobre casamento/relacionamentos/homens começaram a se moldar com mais consistência, por volta dos meus 14/15 anos, eu admito que estava entrando em conflito comigo mesma, já que na época, eu estava frequentando uma igreja em São Paulo. Em todos os cultos os quais eu frequentava, eu voltava bem comigo mesma, porém ao mesmo tempo, eu não queria aceitar de que um relacionamento poderia complementar a vida de uma pessoa. Seja namoro, casamento, filhos e etc. E de que eu nunca poderia confiar em nenhum homem, porque eu sempre pensava que todos eles, sem exceção, eram de cárater duvidoso, o que de fato, no fundo, eu estava equivocada.
Sempre soube levar a situação com racionalidade, embora em algumas situações a racionalidade tenha se ocultado em momentos importúnos. Por isso, desde então, minha vida só se resumiu em ficar com as pessoas e nada mais. Ainda mais em baladas, porque ninguém se envolve com ninguém, porém, o que tentei evitar, aconteceu. E uma delas, acabei apaixonando (rsrs), e para a minha infelicidade, por um cafajeste, mas por mérito do meu orgulho, dignidade e com a força divina, me livrei do cara. Logicamente não tenho protótipo para ser lanchinho e piriguete, e nunca dei liberdade para tal. Quem não sabe exatamente a definição, visite o blog Manual dos Cafajestes, ou clique no link que está inserido nos termos lanchinho/periguete. Vale a pena, inclusive para as mulheres que idealizam o homem como um ser perfeito, o que de fato, não é. Saibam que o blog tem conteúdo pesado, mas é a realidade do mundo masculino. Eles são bichos que conforme o mundo vai ser modernizando, eles agem como se fossem bichos irracionais e que podem fazer o que bem entender com o sentimento e o corpo de qualquer mulher, sendo que eles mesmos não param para pensar que nem todas as mulheres se incluem no lanche e piriguetes. Agora tem mulheres que merecem mesmo levar esporro na cara para ver se aprende. (huashuas) Por isso, todo o cuidado é pouco. Depois falarei mais sobre este blog, em um post à parte. :)

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