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16 de julho de 2013

A solidão nossa de cada dia...



Um dos males mais sutis e menos lembrados que interfere decisivamente na vida humana e até mesmo na saúde é a solidão. Uma pessoa pode estar só e nem sempre pode se dar conta disso. Quando chega a essa conclusão ou suspeita, a tendência é assustar e ser doloroso. Uma pessoa isolada afetivamente de si mesma e dos outros adoece e pode agravar patologias cardíacas presentes.

Isso é o que diz o Dr. Dean Ornish, cardiologista e professor da Universidade da Califórnia em São Francisco. Ele conta que perguntou à sua classe quais eram os principais problemas da sociedade. A maioria citou desintegração da família, guerra nuclear (paranóia wins, rs), ecologia. Apenas um aluno citou a “solidão”. Depois o professor quis saber quantas pessoas se sentem basicamente sós. Todos levantaram as mãos. Isso surpreendeu o professor e ao mesmo tempo o fez se interessar pelo assunto.

Ele disse que um estudante de trinta e cinco anos da Nigéria compartilhou sua experiência: “Você sabe, quando cheguei à Inglaterra proveniente da Nigéria, não entendia o que as pessoas queriam dizer quando falavam que estavam sós. Somente agora, depois de estar morando nos Estados Unidos por dois anos, é que sei o que significa estar só.” É interessante notar que na cultura dele sequer havia a palavra solidão em seu vocabulário; tampouco ela existia. Poderia haver sofrimento, tristeza, pobreza, mas solidão não.

  
O que seria essa solidão? Não se trata simplesmente de estar só ou viver separado de outras pessoas, mas da ausência de uma “força”, sentimento, motivação ou consciência que une as pessoas, promovendo a empatia e a construção de saudáveis laços entre elas. A priori, pode ser que esse conceito possa parecer piegas, mas se você analisar a fundo o comportamento humano e o “sistema” em que vivemos, parece que vivemos em um ciclo vicioso.

Segundo o Dr. Dean Ornish, quanto melhor for essa percepção de que a solidão está presente e mais ajuda houver para lidar com ela de maneira construtiva, mais cedo será possível administrá-la sem tentar encobri-la com atitudes destrutivas, como as compulsões, por exemplo. Ele alega que a resolução dessa solidão deve ser trabalhada em dois níveis de atuação e de convivência: uma vertical e outra horizontal, como uma “cruz”. Falando-se do caráter vertical, isso implica em lidar com um Poder Superior bom, que ele chama de Deus. No segundo caso, significa que a pessoa precisa de “relacionamentos horizontais”, ou seja, de interagir com outros seres humanos.

Ele afirma que melhorar a qualidade da vida afetiva é uma necessidade da relação horizontalizada e que todo ser humano necessita disso, mesmo que não admita ou não se dê conta disso. Ele se refere à compaixão pelas pessoas, empatia, sensibilidade, não-competitividade, solidariedade, gentileza, compartilhar, expressar o afeto verbalizando-o e transmitindo-o em gestos também. Ao meu ver, isso sugere também o aumento da intimidade afetiva, pois a pessoa precisa estar mais predisposta a se abrir, se doar e a compartilhar. Como podemos expandir nossas “fronteiras afetivas” se olhamos primeiro para o próprio umbigo e encaramos o próximo (excetuando pessoas que fazem parte do círculo interno de nossas relações) como “alguém desconhecido que não importa”? Vale lembrar que tais relacionamentos não seriam superficiais também. Será que o amor está sendo um sentimento cada vez mais raro?



Para minha surpresa, estive lendo algumas páginas de um romance sobre Júlio César (um dos personagens mais famosos da História) e verifiquei, em uma conversa sobre o futuro de Roma entre alguns patrícios, outro ingrediente que complementa essa ideia de solidão e estabelece, por associação, um paradigma nojento para a maioria dos políticos brasileiros. Segundo um político veterano, o problema não estava nas instituições que renderam tanta glória com o passar do tempo, mas sim nos homens que as povoam. O egoísmo reina hoje onde o zelo pelo bem público florescia. Nos tempos áureos de Roma, a questão que vigorava era o que o político poderia fazer por Roma. Agora, cinicamente e gananciosamente a pergunta se invertia: "o que Roma pode fazer por mim?" Putz, estamos falando de Roma antiga ou do Brasil? (risos) Quer dizer, isso favorece um questionamento mais profundo entre as motivações dos políticos: a questão não seria saber “como” ajudar a população, mas sim o “por quê”, o que estabelece uma discussão em um âmbito mais moral do que mecânico. Daí ele arremata seu argumento, concluindo que as pessoas sofrem de um mal chamado “individualismo”. Bem, falando-se das relações humanas (e que serve para a política também), é triste e mesquinho pensar que elas (em diversos níveis) podem não vir livres de questões como “o que tenho a ganhar com isso?” ou “quais são minhas vantagens pessoais?”

Mesmo esse sistema de competição imposta no capitalismo ou contexto profissional estimula uma prática que elimina a ideia da “coletividade” e reforça o poder dos interesses pessoais. Já vivemos em uma era em que “ter grana” (ou a regra elementar do "possuir") é sinônimo de felicidade e realização; os outros que se danem. Lembro inclusive que um de meus catequistas durante o Crisma falou que esse era um dos maiores males na sociedade: o individualismo. Naturalmente, no caso havia uma abordagem mais voltada para o cristianismo, favorecendo a ideia de amar ao próximo, mas se analisarmos friamente a situação atual, veremos que isso não está de forma alguma fora da realidade.


É lógico que esse mesmo individualismo supera o contexto socioeconômico, mas estamos cientes de como ele é capaz de criar barreiras e abismos dentro da sociedade sem qualquer peso na consciência. Através dele, podemos nos sentir sozinhos mesmo em meio a uma multidão, pois cada indivíduo cuida de sua própria vida, reduzindo o ser humano à sua própria ilha de influência. Ele mesmo não faz mais parte do “todo”, mas está condenado a um ostracismo melancólico e não vê oportunidades para criar muitas "pontes" com os outros, o que gera o descontentamento, sofrimento e outros males. 

Se pensar bem, até mesmo a biologia possui uma forma mais sábia de se comportar dentro do organismo vivo (sociedade), pois mesmo cada célula (pessoa) trabalhando em sua função específica, a saúde geral não prevalece se cuidarmos apenas de aspectos singulares no sistema orgânico. Mesmo que algumas pessoas considerem que faz parte da natureza humana lutar pelos seus próprios objetivos pessoais, parece que seria mais “humano” também haver um equilíbrio nesse sentido, sem priorizar sempre a si mesmo e sem cultivar a indiferença. Vivemos em tempos cada vez mais alarmantes nesse sentido. Perceba também que essa mesma solidão possui um caráter paciente e agente também, o que confere certa responsabilidade às nossas escolhas e procedimentos. Assim, esse texto procura favorecer a reflexão e a autocrítica.

9 de julho de 2013

Óleo de Canola: efeitos negativos e acumulativos no organismo. Até quando a indústria sustentará a farsa de que a canola é mais saudável?

Oi pessoas. Já faz algum tempo que deixei de escrever, só tenho feito simples postagens de imagens ou charges. Então tenho deixado o meu blog aos cuidados dos meus amigos Bismarck e do Hellps. Admito que muitas vezes é por pura preguiça e também, devido à falta de tempo. Na verdade, o tempo que me sobra, eu acabo consumindo no League Of Legends. rs  Agora nesse período do mês de Julho, terei um tempo a mais para me dedicar ao meu queridinho blog, ou pelo menos tentarei me esforçar para escrever mais e mais.

Desde então, eu tenho lido sobre muitos assuntos e temas, sobretudo a maioria os quais a mídia (jornais, revistas, tv.. e etc) não noticiará, ou se sim, abordará estes assuntos numa frequência quase que ínfima. Enfim, há uma página do Facebook que eu gosto muito, alguns assuntos fazem até parte das possíveis teorias da conspiração e outras, são de utilidade pública, tanto para auto-conhecimento e também, para que possamos abrir nossa capacidade de visão do universo, pois desde que nascemos, somos obrigados a aprender o que já está escrito e dito pela sociedade, pelas escolas, pelas mídias e etc.

No mês passado, me deparei com uma postagem dessa página acerca do óleo de canola, de seus efeitos negativos e acumulativos no organismo, além de explicar a origem deste tipo de óleo. Muitos com certeza  o consomem, inclusive eu mesma faço o uso deste. Obviamente as razões é pelo fato da mídia e mesmo de alguns profissionais da saúde afirmarem que o canola é melhor em relação ao óleo de soja, devido à presença de Ômega 3 e  6, o que na verdade é apenas uma estratégia de marketing. Entretanto, nunca parei para pesquisar a fundo sobre o canola, de como ele é feito, qual a sua real origens e etc e se realmente tudo que está nas nossas mesas são frutos de modificação genética. Infelizmente, devido ao sistema em que vivemos, muitas vezes somos obrigados a consumir muitos produtos industrializados, até mesmo para preparo de comida caseira, somos e estaremos sujeitos a depender diretamente dos ingredientes processados pela indústria alimentícia. O que vale mesmo é  ter o bom-senso e quanto mais evitar alimentos prontos e processados, a saúde agradecerá. =)

Então, deixo aqui a postagem da página ANTI-NWO ( https://www.facebook.com/antinwo1), abaixo. É interessante e além disso, é uma pena que tal informação não seja amplamente divulgado, obviamente porque as indústrias têm o poder de manter a mídia ao alcance deles e obrigar as pessoas a acreditarem o que realmente é bom para a humanidade, tudo em nome da ganância.



Da pág: ANTI-NWO (Anti Nova Ordem Mundial) 
Autora: Cicy

A Verdade Sobre o Óleo de Canola

Azeite de Oliva vem das azeitonas. Óleo de girassol vem das sementes de girassol. Mas o que é canola? Canola é na realidade, uma palavra inventada para um produto geneticamente modificado, transgênico:


É infelizmente uma invenção canadense subsidiada pelo governo. Os subsídios tornam o produto muito barato, por isso quase todos os alimentos processados ou embalados contém óleo de canola. Comece a ler os rótulos e checar os ingredientes. Entenda o por que:

Óleo de canola é desenvolvido a partir de uma planta chamada colza, que pertence à família da mostarda. Estes óleos tem sido utilizados para fins industriais (velas, batons, sabonetes, tintas, lubrificantes e biocombustível). É um óleo industrial, e não um alimento!

O óleo de colza é a fonte por trás do gás mostarda, que pode nos causar enfisema, dificuldade respiratória, anemia, constipação, irritabilidade e cegueira. Mas através da beleza da modificação genética, nós agora vendemos este óleo como uma óleo comestível.

 
A alegação sobre a canola ser segura para consumo é que através da modificação genética ela deixa de ser colza, e passar a ser canola. Mas a canola é apenas a colza geneticamente modificada. O óleo de canola passou a ser comercializado como um óleo maravilhoso, com baixos níveis de gorduras saturadas e com um ótimo aporte de ômega 3.

Acredita-se que a colza tenha efeito cumulativo, e que seus sintomas levam cerca de 10 anos para começar a se manifestar. Um possível efeito à longo prazo seria a destruição do revestimento de proteção no cérebro, em torno dos nervos, chamado bainha de mielina.




Alguns dos sintomas são:

* Tremores e agitação

* Falta de coordenação ao caminhar ou escrever

* Fala arrastada

* Deterioração dos processos de memória e pensamento

* Redução ou difusão da audição

* Dificuldade para urinar / incontinência urinária

* Problemas respiratórios / falta de ar

* Crise nervosa

* Dormência e formigamento nas extremidades

* Problemas cardíacos / arritmia

* Do ponto de vista nutricional, estudos demonstram que o óleo de canola depleta vitamina E. 

Há tendência para inibir o metabolismo adequado dos alimentos e nossa função enzimática. Também suprimi o sistema imunológico.

Qual a realidade dos alimentos geneticamente modificados (os famosos transgênicos)?

O Brasil têm plantado alimentos geneticamente modificados, e a tendência é só aumentar… Em 2020 a área plantada com culturas transgênicas alcançará 49 milhões de hectares e o uso de agrotóxicos continuará em disparada.

O TOP 3 de alimentos geneticamente modificados são:

* Canola

* Milho

* Soja

Não muito distantes estão a batata, o tomate, o pimentão, o amendoim e o girassol.

Empresas que utilizam alimentos geneticamente modificados:

* Kelloggs (Sucrilhos)

* Coca-Cola

* Hershey’s

* Gatorade

* Quaker

* Unilever (Ades…)

* Ragu

* PepsiCo (Doritos, Ruffles, Elma Chips, Cheetos…)

Nos Estados Unidos tentaram criar uma legislação que obrigasse a rotulagem de produtos geneticamente modificados em supermercados. Então três empresas: Kellog’s, Monsanto e DuPont gastaram 55milhões de dólares para lutar contra isso, e ganharam a causa.

Portanto não é obrigatório para as empresas deixar que os consumidores saibam quando o produto é geneticamente modificado ou não.

Prejuízos causados por produtos geneticamente modificados:

1) Reações alérgicas

Nosso corpo não foi criado para reconhecer e consumir produtos geneticamente modificados. Eles contém substâncias que são consideradas estranhas ao nosso organismo, e podem interferir no nosso trato gastrointestinal e na nossa corrente sanguínea.

2) Resistência à antibióticos

Muitas plantas modificadas geneticamente foram projetadas para se tornarem resistentes. Nós consumimos essa mesma toxina, que por sua vez, pode produzir resistência aos medicamentos antibióticos.

3) Câncer

Alimentos modificados geneticamente são uma ofensa para nossas células. Elas deprimem o sistema imunológico e podem favorecer o desenvolvimento do câncer.

4) Imuno supressão

Nosso sistema imune não reconhece alimentos modificados geneticamente. Com isso, o nosso corpo fica trabalhando para expulsá-lo o mais rápido possível, e sobra menos tempo para que ele trabalhe para o nosso bem-estar.

Além de tudo que foi citado acima, alimentos geneticamente modificados têm um efeito negativo sobre a natureza. Ele afeta o equilíbrio da terra, prejudica as plantas selvagens e prejudica o ciclo de vida de animais selvagens.

O QUE PODEMOS FAZER?

* De modo geral, evite alimentos processados, pois as chances de conter alimentos geneticamente modificados é muito maior.

* Procure apoiar os agricultores locais que vendem orgânicos

* Não compre ou consuma qualquer alimento que contenha canola.

* Com pequenas mudanças nós podemos incorporar uma alimentação mais saudável ao nosso dia-a-dia!

NOTA: Apesar da fonte abaixo informar que o artigo é de autoria da Dra Loraine Torga, em seu site/blog não consegui achar o referido artigo. Achei interessante que fazendo uma pesquisa por canola no site aparece o texto do artigo, mas quando você clica informa que o artigo não existe. Por via das dúvidas enviei um email a autora questionando se o artigo é dela mesmo. Atualizarei o tópico quando receber uma resposta.

VIA: http://forum.antinovaordemmundial.com/

9 de abril de 2013

A complexa sexualidade

Há séculos a humanidade manifesta uma diversidade em sua sexualidade. Se for necessário, bastaria fazer uma pesquisa histórica para analisar esse fato. Mesmo assim, embora não seja especialista na área, parece que a sociedade está lidando com uma mudança antropológica envolvendo sua maneira de demonstrar como lidar e “enfrentar” o que é “diferente”, já que este – o incomum, o exótico, o “estranho” – não parece estar interessado em estar apenas nas “sombras” ou ser “discreto”.

Nos últimos anos é perceptível a maior exposição de pessoas envolvendo orientações sexuais diferentes do tradicional heterossexual. Além disso, existem os indivíduos com manifestações de identidades de gêneros divergentes do próprio sexo biológico, como é o caso dos transexuais. Muitas pessoas inclusive têm se aproveitado da mídia para poderem assumir sua condição ou mesmo divulgar um comportamento defendendo sua “filosofia sexual”. A internet então é um espaço riquíssimo para disseminar rapidamente uma notícia, criar polêmica ou espalhar determinada “novidade”. Não vou citar exemplos concretos pois não vejo tal necessidade.


O fato é que nas ruas e no ciberespaço o público LGBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Transgêneros) têm saído mais do anonimato (ou da passividade) e defendido mais sua dita causa contra a homofobia e procurado conquistar mais “espaço”. Da mesma forma, assim como esse movimento ganhou força, muitas pessoas contrárias a essas práticas ou orientações sexuais saíram em defesa de suas ideias, valores, crenças etc. para justificar seu posicionamento. O que se vê é uma disputa ideológica, verbal e violenta entre os diferentes lados dessa guerra. E o palco armado encontra-se na própria sociedade, pois parece difícil haver uma coexistência pacífica e respeitosa. Por mais que os tempos sejam outros, a maior liberdade – mesmo na legislação ao conquistar o direito ao casamento – favorece certo “antagonismo”.

Tenho acompanhado comentários ou a participação do público em páginas que possuam temática LGBT – mesmo sendo uma simples notícia, por exemplo – e vejo frequentemente muita intolerância, hostilidade, negativismo etc. no que leio. 

Se me permite, gostaria de abrir um parêntese. Isso me lembrou até uma frase que já li nos quadrinhos envolvendo os X-Men e os humanos. Em virtude da caça, perseguição e hostilidade franca perante os mutantes, o professor Xavier disse que as pessoas costumam sentir medo ou ódio do que não entendem. Qual é a sua opinião a respeito da maior exposição e liberdade do universo LGBT?

6 de janeiro de 2013

06/01/2013

Num post (Utopia não!) do ano passado, eu fiz algumas críticas relativas aos Facebook e aos determinados usuários que fazem o mal uso dele.  Pois é, de fato, o tal problema ainda persiste, mas não posso fazer  mais nada a não ser ocultar as atualizações dessas pessoas para não me causar mais desgosto. Até porque se é democracia, tenho que ler e engolir seco o que sou "obrigada" a ler.

Nos últimos meses, desde em que retomei minhas atividades facebookianas, encontrei algumas páginas interessantes. Páginas que envolvem diversos assuntos, sobretudo os  temas que mais me agradam e que fogem do padrão de aceitação da sociedade. Digamos, páginas de cunho semi-anarquistas. O que mais me interessou foi a entrevista que o presidente venezuelano Hugo Chavéz cedeu aos jornalistas brasileiros, criticando a Globo. E aproveitando o embalo, me indicaram um documentário falando sobre o golpe que ocorreu na Venezuela, em 2002. E o golpe tem motivos influente por determinados países com interesses políticos e econômicos evidentes. O documentário é muito bom e interessante, 

Nome: "A Revolução Não Será Televisionada"
De: Kim Bartley e Donnacha O'Briansobre






4 de dezembro de 2012

O perigo da S.I.D.A.

Meu fds foi muito morfético. Até que não estava morfético antes, porque tinha combinado de ir almoçar com a minha mom no Burguer King.  Finalmente, abriu uma rede na minha cidade... ¬_¬'.... Além de comer no burguer, a gulosa aqui ainda passou no Habib's para levar umas 30 esfihas para janta e almoço de amanhã! haushaushaus Estou comendo muito! '-' Desse jeito vou engordar novamente. Não sei o que acontece comigo. Ow vida!

E além disso, a Vivo motherfucker está me trollando novamente!

Na verdade estou só desperdiçando o meu tempo aqui. Deveria estar agora na cozinha. haha E escrever o post para amanhã. Bom, post de hoje: a SIDA ou a AIDS, pois já que me dei conta que dias atrás foi o Dia Mundial contra o Virus. Apenas me lembrei justamente por causa da data, porque não tenho mais visto nada que vem da TV. A cada dia que passa, eu tenho asco e nojo da mídia.

Vi numa pesquisa (não me recordo de qual fonte era) que infelizmente, o índice de casos de contaminação está aumentando entre jovens de 14 anos até 29 anos (heterossexuais e principalmente homossexuais) sobretudo no estado de SP. E que o índice também tem se elevado para pessoas da 3ª idade! :O Fico imaginando o porquê estas pessoas acefaladas não fazem juz ao uso de preservativos. É irresponsabilidade para com o seu próprio corpo!

Ainda não sei como existem pessoas inconscientes em pleno século XXI. Afirmo com toda a veracidade, que os jovens que não tem consciência sobre a gravidade da AIDS, são os acéfalos ignorantes e acomodados pela mera burrice e por atitudes imbecis. Aliás, nem sempre são ignorantes. Quando digo acéfalos e sem consciência, são os bestas que acreditam que o vírus não se propagará com ELES, e por isso, acabam agindo irresponsavelmente e esquecem de usar preservativos em qualquer tipo de relação sexual. Assim como usuários de drogas injetáveis que utilizam seringas compartilhadas. AIDS não tem cura.  E creio muito que jamais haverá cura, o vírus é altamente mutagênico. E meu ponto de vista sobre a vacina para evitar o contágio com o vírus é negativa. E consequentemente, aí é que as pessoas abusarão da sorte, e logo vem a desgraça se propagando em efeito dominó.

O problema é que, a política de combate contra AIDS aqui no Brasil é fraquíssima. A campanha só torna a aparecer com frequência em mídias durante a época de Carnaval. DEVERIA SER O ANO INTEIRO!!! O brasileiro é um típico de pessoa,  que se preocupa quando a campanha aparece, e logo depois se acomoda. Aí... já viu o acidente, quando se acomoda, ou é o  contágio de AIDS ou alguma DST, ou gravidez indesejada, ou da gravidez indesejada com o feto já contaminado pelo vírus. Por conseguinte, vem a questão do Aborto, o qual só deixarei para amanhã ou noutro dia. Só adianto a seguinte opinião: sou favorável à legalização do aborto, porém que não faça disso uma atitude corriqueira e irresponsável, pois traz danos ao organismo da mulher. Quando falo que sou favorável, quando se trata em alguns aspectos.

Concluindo: consciência sobre a importância do uso de preservativos, sobre DST's e AIDS vem da casa, e
também da escola. Pais que não sabem orientar os filhos neste aspecto, a  tendência destes filhos é agir irresponsavelmente. Aliás, se a pessoa que é esperta o suficiente para perceber que não há diálogo com os pais, é simples, vá buscar informações em livros, médicos... entre outras tantas coisas. Eu agradeço por ser consciente, até porque minha mãe nunca teve problemas em dialogar sobre tudo isso desde os meus 11-12 anos de idade. Mesmo ela me passando alguns valores cristãos, ele sempre teve o bom senso crítico em conversar sobre absolutamente tudo comigo.  Não é porque eu sou uma pessoa tímida (quer dizer... não sou tanto, até porque mudei muito nos últimos 10 anos.. me tornei sem-vergonha hahahaha) isso possa significar que eu tenho restrições para discutir abertamente sobre determinados assuntos. Bom senso deveria existir em todo o lar, e em qualquer família. Quem ama, cuida e educa. 

19 de junho de 2012

Religion sucks

Meu humor continua ácido desde a sexta-feira, porém nem tanto desde o dia em que postei "I'm acid". Naquele dia, os sintomas do TPM estavam atacando-me. De certa forma ou outra, eu estou correta! =D 

Como havia dito anteriormente, estava a ponto de criar um post sobre religião. Já faz quase 2 anos que não venho mencionando críticas sobre determinadas religiões. Porém, agora, vou comentar sobre a religião de modo geral, e por que ela não é tão benéfica para o emocional/psicológico da pessoa em si.

Bom, como a madrugada já está bem avançada, provavelmente terei que finalizar este post depois do almoço. :P Agora estive e ainda estou conversando com amigo, que também joga Age of Mythology :P,  que por sinal, muito maduro pela idade  que tem (19 anos só :O). Estamos conversando sobre gente maluca que existe neste mundo, que criam igrejas malucas e se dizem Jesus Cristo. Daí, ele me perguntou se eu conhecia a respeito do CGEBrasil. Respondi que não, e logo, fui "googlar". Só por Deus... doido neste mundo que só distorce o cristianismo, e isso faz com que tanta gente se torne ateu. Nem vou entrar em detalhes sobre o CGE.. quem quiser, que procure no Google que, com certeza, encontrará. hahaha E terá boas doses de altas risadas!

(continuo depois... meu sono já me consumiu..rsrs)

Continuando.... Agora posso dar prosseguimento! Madrugada não é um bom horário para redigir postagens para o blog, fora que as chances de cometer erros de português no blog são grandes.

Loucos que distorcem os valores do cristianismo existem aos de monte. Semana passada, vi uma reportagem de uma igreja cristã, que prega usando serpentes venenosas durante os cultos.... Sem comentários a mais. Cada vez mais, chego à conclusão que o ser humano é pior raça de animal que existe nesta face da Terra.

Quando eu decidi colocar "Religion sucks", me refiro ao fato de que religião pode falhar, não funcionar e nunca curará uma pessoa. Se a pessoa se tornará boa ou não, tudo vai depender da vontade, do querer, da  transformação do interior dela. Portanto, para mim, religião será sempre uma balela. Além de que,  ao longo desta minha vida, desde criança, já conheci vários exemplos típicos (do catolicismo, do protestantismo, do budismo...) que sabem de cor a bíblia (no caso do cristão), sabem das doutrinas, frequentam igreja, porém, como pessoas, hoje posso afirmar que eram meramente uma cascalha de gente.  Até de gente do meio familiar. Não hesito em comentar sobre tudo isso, afinal, opiniões existem para serem escritas e ditas! A meu ver, quem é convertida na religião, tem suas doutrinas e ainda continua errando, é porque a religião que ela segue não tem utilidade ou, a pessoa ouve os cultos ou as missas por osmose,  e/ou a pessoa está frequentando a igreja apenas para cumprir seu papel dentro da sociedade. Ou seja, ser religioso, atualmente, não tem valor algum. Ser religioso para mim é aquele que não há necessidade de frequentar a igreja, mas que sabe as verdadeiras doutrinas do cristianismo, tem o bom senso, tem a real grandeza na alma. Aquele que não se corrompe por mesquinharias, por problemas banais (do próprio ser humano) que justamente existem soluções. É aquele que é honesto consigo mesmo e com outras pessoas, aquele que não se corrompe pelo dinheiro, pelo egoísmo, pela luxúria, pela própria satisfação pessoal; É aquele que tem o bom-senso para enfrentar todas as adversidades que a vida lhe traz.

Por isso, saibam, nem sempre aquela pessoa que frequenta a igreja e/ou que sabem todas as doutrinas bíblicas, são as pessoas os quais projetamos como "boas pessoas" ou "pessoas de caráter". Jamais tenha confiança em pessoas que frequentem a igreja. Como falei, nem sempre a religião transforma a pessoa. A pessoa é o que realmente é, o que foi moldado durante a sua trajetória de vida, e claro, como sempre, a genética. Um exemplo mais grave, acredita ainda que alguma religião poderia curar um psicopata? Logicamente nunca, porque o cérebro do psicopata (de grau mais elevado) já foi projetado para cometer maldades e sentir prazer de matar, e já é comprovado cientificamente que um ser psicopata tem distúrbios cerebrais. A quem interesse saber as causas, é só entrar neste link, da Wikipedia.

Concluindo, existem casos que não há solução, assim como nem sempre a religião terá poder para transformar uma pessoa. Excluindo o grupo dos psicopatas, a transformação nas atitudes só vem da pessoa. E se a consciência é o que não existe no cérebro desta, é porque a genética infelizmente não lhe favoreceu, ou porque realmente a índole/caráter desta não lhe permite que a consciência sobrevenha no cérebro.

É por tudo isso, e por tantas coisas que, atualmente, não quero estar presa à nenhuma religião. Sou aquela cristã, digamos, fajuta (hahaha). Até porque, 2 anos atrás, eu estava mergulhando em uma péssima fase da minha vida, tinha perdido toda a fé que eu tinha e por conseguinte, queria me tornar, ateu, ou mesmo agnóstica, mas, felizmente, vejo que não consegui me englobar nestes grupos, porque sempre acreditei na existência de Deus. Além disso, tem algumas coisas que também não consigo concordar com o ateísmo. Assim como não concordo com muitas coisas do catolicismo e protestantismo, e de outras religiões. Optei por me manter neutra no momento, e assim serei.

No dia em que escrevi o post "I'm acid", eu disse que meu senso de bondade iria terminar por ali mesmo. E é verdade, existem coisas no cristianismo que aprendemos, como praticar o perdão, etc.. Porém, vejo que exercê-los com todas as pessoas, não valem mais a pena. Perdoar é atitude para os fracos. Pode ser que, em determinadas situações, desde que não façam da pessoa uma marionete, o perdão até pode ser aceito. Preciso tentar a mudar minhas atitudes de bondade e compaixão com outréns. Eu sei que estou errada, porém, não sou trouxa ao ponto de abusarem da minha paciência e bondade. Toda paciência exige o seu limite, não é?





14 de junho de 2012

Utopia não!

Atualmente, estou numa fase a qual a minha motivação extra para reavivar o meu blog retornou. Fora que isso está trazendo-me um sensação de auto-alívio. Espero que isso seja um bom remédio para me curar. (lololol) Se é produtivo ou não, dependerá do meu dia.

Estou meio farta ao entrar toda vez no Facebook, ao deparar-me com aquelas imagenzinhas bonitinhas de mensagens fofinhas. As únicas imagens que eu aceito de boa são de animais de estimação e de bichos, porque adoro animais. Tá, por um lado, uma mensagem positiva pode ser bom, mas pô, toda hora, toda vez, chega um momento em que me causa fadiga cerebral, e me dá vontade de bloquear as pessoas. (hahaha). Alguns anos atrás, quando eu ainda não tinha muitas pessoas na minha lista, meu feed de notícias não era poluído com um bilhão de imagens. Agora, toda vez dou log-in e entro, a primeira aparição é show de imagens utópicas. Com certeza, só pode ser de gente que vive em um mundo de fantasias, que só sabe assistir novelas e ler romancezinhos de banca de jornal. Este prótótipo de pessoa é aquela que só sabe viver no mundo cor-de-rosa e na fantasia e, que tudo na vida, tem que ter o final feliz, como de novela, claro. É aquela pessoa alienada que não tem argumentos para discutir sobre qualquer assunto, não sabe enfrentar problemas do dia-a-dia. Garanto que há milhões de pessoas assim. E óbvio, novelas influenciam, sobretudo para as pessoas alienadas que não tem interesse em buscar conhecimento.

Viver na fantasia é bom, mas tudo tem o seu limite. Ter a sabedoria em dividir do real e do irreal. Tudo bem que a minha mente está mais voltada ao negativismo (rsrsrs) Porém tudo há de ser equilibrado.

Comentando sobre o Facebook, algumas páginas conhecidas como o do Estadão e da Folha também estão me causando um certo asco. Ao invés de postarem algo produtivo, tenho visto que eles tem postado milhões de coisas inúteis, sem conteúdo algum. Ontem mesmo, de madrugada, vi que um deles postou uma foto do prefeito da cidade de São Paulo, o Gilberto Kassab dentro do carro, e com o seguinte título "Kassab fica preso no trânsito e perde compromisso em São Paulo"... Daí, venho  e  digo: "E eu com isso?" Essa matéria só me deu a imagem de que ele é coitado por estar preso dentro do carro e no trânsito. Aliás, até parece que só ele perde os compromissos por estar preso no trânsito, sendo que milhares de paulistanos tem que enfrentar o trânsito ou mesmo encarar o lixo do transporte público.

A questão do trânsito não é só culpa do político, mas da sociedade também. Não irei prolongar este post, porém posteriormente estarei falando sobre este tema e do fato de eu ser Eco-Chata.




8 de junho de 2012

Por que o vicio tabagístico é melhor que ingerir bebidas alcoólicas?

Eu sei, a princípio que, quem lê o título pela primeira vez, dará um impacto e logo pensará "O que essa maluca está dizendo? Ela quer morrer é?!" Pois bem, darei de imediato os motivos as quais vejo com bons olhos de que fumar não tem tantos "danos" se comparado com aqueles que bebem socialmente.

Quando disse "danos", estou me referindo as causas que o álcool causa... enfim, quem bebe com freqüência ou adora encher a cara em baladas e outros eventos sociais, já sabe do que estou falando. Leva o indivíduo a euforia e quando o efeito passa, vem o momento pós-euforia, a fase digamos, depressiva. Pior é quando a pessoa gorfa no meio da festa... afff... que vexame e uma nojeira de causa asco. (hahaha terei que mencionar um fato no final deste post, já que agora eu posso, porque eu sou a GoldenGirl) :P Enfim, é óbvio que o cigarro não causa estes efeitos, não altera o comportamento da pessoa depois que ela fuma X cigarros. E o mais importante, mesmo depois que ela fuma, ela pode dirigir tranquilamente, diferentemente do álcool. 

Aí virá uma legião de defensores do álcool e atacará os fumantes, dizendo sobre os males do cigarro, de que fumar faz mal... de que fumar em ambientes fechados, incomodam os não-fumantes e etc.. e blá blá blá. Aliás, disso eu já sei, não critico a lei Anti-Fumo, pelo contrário, sou muito favorável porque sei muito bem que a fumaça que sai do cigarro, é extremamente incômoda ao nariz de outrém.. e para ser sincera, eu só gosto da fumaça que trago e não do que sai da queima do mesmo. Já estou cansada sobre alerta anti-fumos, e já estou muito bem ciente à respeito disso tudo, então creio que não haja mais nenhuma necessidade de me alertar sobre isso. Acontece que, o que mais me revolta nesta "pinche" * de Pais, é a quantidade de gente que bebe e dirige e ainda por cima, mata um inocente, e o pior de tudo, é que o culpado sai ileso. Nem com a Lei Seca, criada em 2008, tem sido suficiente para isso. 

Justamente por isso, a idéia deste post, na verdade foi com este intuito. Não estou querendo fazer uma comparação entre qual causa mais danos em relação ao outro, porém estou querendo trazer em mente que o efeito temporário que o álcool pode trazer a uma pessoa, não só os vexames, é muito pior do que isso. O grande problema está neste efeito temporário que a pessoa se encontra, ela pode justamente matar a uma outra pessoa, seja no volante, em uma briga de bar, balada... e entre outras situações.

Abrindo parênteses...
Passei por uma situação muito incômoda... hoje eu vejo que foi engraçado. Em uma festa da faculdade, se não me engano, era da Computação e foi em 2008, eu tinha ficado com um moçoilo (vou chamá-lo de R) que por sinal estava pra lá de Bagdá, mas bem consciente. Depois de um tempo, quando eu e uma amiga minha que morava comigo no pensionato, resolvemos pegar carona com o amigo dele (vou chamá-lo de A), e logicamente o R também. Decidimos pegar carona, porque essa amiga estava muito mal... abusou demais do álcool, cambaleando (mais um motivo para eu considerar o tabagismo como ponto positivo). Enfim, no meio do percurso... a minha amiga pede para estacionar o carro no estacionamento para gorfar. Eca! Até aí tudo bem, o pior foi minutos depois... eu ainda estava ficando com o moçoilo quando ele pede um tempo.... e gorfa. Affff. Que gafe. Pior é que, depois perdeu a graça... e pra piorar, minha amiga, estava tão mal, mas tão mal que tivemos que levá-la ao hospital para tomar injeção de glicose e ainda tive que ficar esperando no carro por quase  1 hora até ela e o amigo dele (A) retornarem. Fechando parênteses..

Por isso, mesmo quem beber na balada, prestem atenção na dose para não passar vergonha depois,  numa situação a qual passei. É extremamente constragedora e de causar nojo para um (a) parceiro (a), ainda mais gorfar quando está ficando. ¬¬

14 de março de 2011

Aconteceu: E agora, o que poderia ser feito?

Eu, não só o fato de ter formação na área de meio ambiente e defensora veemente da natureza, sempre fui totalmente contra qualquer uso e aproveitamento de energia nuclear. Não sei como ainda existem alguns ambientalistas favoráveis à isso, justamente porque o uso deste não gera efeito estufa. Bom, independentemente disso, eu sou contra. Apenas o ponto da não geração de gases que causam o efeito estufa não é tão mal em relação ao grandes riscos que o material radioativo podem causar à humanidade. Fora o extremo cuidado e cautela para o manejo e o descarte apropriado destes resíduos, oriundas de suas principais atividades de reatores nucleares, da mineração do urânio e entre outros. Bem, nem vou descrever todas as desvantagens e de como deve ser feito o descarte destes, afinal o propósito deste post é apenas levar em questão sobre o grande dano que este possui diante da humanidade e do meio ambiente.

O intuito desde post me veio logo após este último terremoto agregado juntamente com o tsunami, no Japão, inclusive a qual, afetou diretamente as usinas de Onagawa e Fukushima. Será mesmo que o Japão estava tão preparado para a produção de energia nuclear? Se eles mesmos estavam cientes dos prováveis terremotos que viriam a ocorrer, por que a insistência? Será mesmo que a ganância vale a pena quando se envolve riscos e danos? Será realmente que eles tem a lembrança das bombas atiradas contra as cidades de Hiroshima e Nagasaki? E do acidente nuclear mais grave da história, a de Chernobyl, em 1986?

Eu vejo que o ser humano em si é desta forma, isto é instintivo de cada ser: achar de que nada acontecerá com ele mesmo e apenas com os outros. Isso é a pior falha que nós mesmo possuímos. Mas quando algo grave vem-se à tona, a sociedade em si leva em conta dos danos e do que poderia ser feito. As pessoas de fato, vivem em em seus atos, conjugados no verbo "Futuro do Pretérito", ao invés de mudar para o "Futuro do Presente".

17 de setembro de 2010

O amor banal contemporâneo.

É, parece que, depois de um tempinho de molho aqui, começaram a fluir inspiração para voltar a escrever. E o post de hoje surgiu em razão de algumas idéias que me  brotaram ao longo de uma conversa "emi-essiniense" (rs.) e de uma comunidade no Orkut.
O título já revela o que vemos ao longo do universo humano. Ou seja, está pra lá de evidente que o verbo amar se tornou tão corriqueiro no dia-a-dia da maioria das pessoas. O amar se tornou  materializado e insustentável, principalmente quando se trata de relacionamento entre um homem e uma mulher, e justamente quando se envolvem pessoas mais jovens e imaturas. Imaturas não apenas no sentido de tempo de vida, mas também de pessoas que mal sabem diferenciar um sentimento de paixão com amor.

Aliás, a banalização não está somente em torno disso, envolve muitos valores e éticas do ser humano. Cada vez mais em que o mundo ingressa em um novo processo de evolução, a irracionalidade humana está se direcionando apenas no valor da matérias e no que é proveitoso para as suas necessidades.

Li num blog com um post tratando sobre o amor banal. Tenho mesmo que concordar com o autor do post, o único amor eterno que ainda sobrevive nesta Terra, é a dos pais para os filhos, sobretudo da mãe ao filho. É claro que existem mães desnaturadas que largam seu filhos em lixos e afins, mas apenas ressaltei as verdadeiras mães.

Na internet, nas redes sociais e entre outros lugares, vejo "T amo" com uma facilidade incrível, se equivalendo como uma das atitudes necessárias do dia-a-dia, apenas para satisfazer o seu ego. As
pessoas não sabem distinguir o amor de uma carência. E este é novo amor, o amor do séc. XXI, o amor do materialismo humano. Um sentimento que se tornou vulgar e oportuno.

Encontrei uma definição sucinta de um usuário em uma das questões do Yahoo Respostas:
"Temos alguns amores durante nossa vida, primeiro por nossos pais, depois pela namorada (o), amigos(as), esposa(o) e finalmente o mais sublime, dos filhos. Aprendemos que o amor verdadeiro, real, sincero e puro e aquele que nos obriga a aceitar o outro com erros e acertos, é aquele que mesmo quando feridos, perdoamos uma e outra vez, é aquele que não coloca exigências nem condições, é aquele que não faz ameaça e sim procura a harmonia."

12 de agosto de 2009

E talvez assim...

É... e talvez assim. Assim... começar a acatar muitas padronizações da sociedade em si. Complicado? Que nada, as palavras podem simplesmente gerar milhões de imaginações. E assim é o meu blog... , como eu sempre dizia ao meus amigos "super master mega subjetivíssimo". Se bem que, dessa vez, não me saí tanto quanto esperava.

Padrões. Padrões enjoativos. Modelo de um sustentáculo da vida humana. Sei lá, do nada pensei em tais coisas, nesta triste madrugada fria e do meu sexto dia de 1/4 de século, e talvez eu já possa concluir que realmente não vou me libertar das tais normatizações da sociedade humana. Toda pessoa, cada ser é escravo de alguma normatização ou padrão. E sempre fui contra em ser submissa à isso, e sempre aceitei inovações na vida. Nossa, como adoro ser implícita! Desde a infância, constantemente me mantive firme dentro das minhas idéias fixas, conceitos, mudanças de muitas das regras "pastelões" da vida, pelo menos para mim, é óbvio. E não só por mero conformismo, mas possivelmente porque o meu cérebro recebia e ainda é obrigada a receber informações vocais através da minha audição, todas originárias de seres racionais, que sempre conviviam comigo todos os dias, e alguns até convivem. Aceitação de um cérebro, o qual as sinapses permanecem em contante trabalho e os pensamentos em círculo vicioso. É azar ou sorte. Poderá ser sonho para a maioria e talvez para mim, ou pesadelo, como sempre foi para mim. Isto estará sob arbítrio de muitos fatores.

E sou assim. Possivelmente resultado de algum processo traumático, e apreensão sobre coisas relacionadas. Vai lá saber o que realmente acontece...