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3 de janeiro de 2013

2013 - Undefined stuff.

(post escrito no dia 01/01/2013)

6:55 da manhã. Primeiro dia do Novo Ano. Sinto que hoje é um dia comum como qualquer outro. Não sinto mais aquele espírito de fim de ano. A apatia me domina em dias festivas. Enquanto todos desejam votos de felicidades,  não sou mais capaz de absorver as mensagens positivas embora eu sinta gratidão por cada palavra dita. 


Ainda não dormi, sinto um leve sono agora, porém estou na ânsia de escrever. Escrever algo que me sufoca. Algo sem definição em palavras objetivas. Algo que, me traz ardor ou mesmo tristeza, ao mesmo tempo em que me traz alguma inspiração para respirar. Respirar alguma brisa natural que ainda resta neste mundo, por conseguinte, me traz alguma emoção. Algo semi-indefinido o qual o silêncio o aprisiona permanentemente. Como disse anteriormente, a Lei do Silêncio prevalece. Porque hoje sei a imensidão do valor do silêncio. Este por si próprio já traz tudo que é revelador. O grandioso silêncio expressa tudo o que este algo tem me dominado. Apenas isso me bastará... ou, talvez não. Ou até o momento em que eu não for mais capaz de mantê-lo aprisionado... porém, tenho ainda a certeza de que o silêncio permanecerá com todo o rigor regendo sobre as minha atitudes. Permanecerá e se perdurará até que este algo passe a desvanecer lentamente. Às vezes, me ponho a pensar se realmente isto irá se desvanecer... e traz-me um sentimento desesperador e de agonia.  Este algo já havia desaparecido com muito sacrifício alguns anos atrás... pois bem, havia... quando voltou a tomar vida gradualmente. E agora, minha alma pede socorro...

12 de março de 2011

Wasting time idly

Meu primeiro post de 2.011. Bom, nem precisarei mais justificar mais a minha ausência aqui! Já é de praxe! (rs!) Só escrevo apenas quando tenho alguma necessidade extrema! Nossa... fui fundo demais.. "necessidade extrema". De fato, é sim, estou querendo dizer que estou passando numa fase semelhante daquela de quando comecei com o blog. Ou seja, a fase subjetiva e talvez pouca obscura e depressiva. Nada de emo como dizia meu amigo de universidade. Emo é gênero de fraqueza e chamariz de atenção.

Bem, não estou dizendo que estou desperdiçando o meu tempo à toa aqui, neste exato momento, mas que gastei meu tempo inutilmente ultimamente com algumas "coisas". Coisas entre aspas, pois não envolvem objetos inanimados, e sim puramente animados. Quando há algum tempo atrás, acreditei que havia surgido um nova esperança e agora vejo que não havia esperança, e sim um fingimento. Posso comparar tal situação com um post de outubro de 2.009, do dia 24 (E a nova lei do silêncio...) 

Estar revoltada, talvez não como eu era como antes, ou como agia diante de alguma situação importuna. Me sinto mais preparada a suportar e encarar isto. Só o fato de escrever aqui já está aliviando aquela carga negra exercendo sobre o meu lado psicológico.

Minhas palavras estão desaparecendo. Minhas imaginações não se afloram como antes. Minha mente esbranquiçou em palavras subjetivas.

24 de outubro de 2009

E a nova lei do silêncio...

Prevalece. Tenho a necessidade em expor a minha objetividade interna em formas de palavras de subjetivismo enigmático. Necessidade, porque ainda por questões mais óbvias, determinadas pessoas (sejam quaisquer) têm o favor em passar a detalhar com todo o fervor sobre uma coisa, que de toda forma, me importuna de qualquer jeito.

E como disse: prevalece. A mudança e reforma não tem mais soluções quanto a minha visão afrontosa, cravada desde a minha infância. E se tornou quase uma fixação ao longo dos anos. Exagero, fixação nem tanto, apenas uma idéia permanente que ainda permanece em estado de variabilidade. Porém, inconscientemente, a força do orgulho vence qualquer estado de inconstância. Depois de vários anos, talvez pude compreender o surgimento deste mal, que pode ser para muitos porém, para outros não, assim como eu. O passado me trouxe visões nulas e possivelmente serão indeléveis . Sobrepujar tudo isso será dependente do eu, do meu espírito, do entendimento da psicologia humana, e sobretudo da minha fé em Deus e no seu Filho. Já me habituei continuamente com isso, que ainda, é dificultosa. Dificultosa, justificada pela ausência de conceitos sobre fatos relacionados. Eu tenho conceitos da minha pessoa mas não sou capaz totalmente de lançar conceitos sobre tal importúnio.
Deixei uma frase no meu blog, e acho que ela se adequa principalmente neste tópico:

"Aquele que controla o presente, controla o passado. Aquele que controla o passado, controla o futuro." (George Orwell)

26 de novembro de 2008

Triste ou profundo?

Enfim, o título desta postagem está relacionado novamente com o título do meu blog. Muita gente não tem compreendido o por quê da minha opção por um título tão triste. Não observo tristeza nisso. E nada de estranho. A Lu me falou isso hoje. Motivos? Simplesmente porque sim. Não há uma justificativa certa da minha parte quanto ao título. Acredito que um simples título e rearranjo das palavras podem traduzir muitas coisas boas, sejam virtudes, que em momentos mais inimagináveis, acabam transparecendo. E representar até determinados valores. Valores e significados que sucedem nos nossos dias, que podem estar subjetivos e omissos. E todos os valores que sobrevêm e depois podem se ocultar. Profundo o que escrevi? Ahh, nem tanto assim. Apenas justifiquei o título. E pronto. Só percebo que as pessoas estão contrapondo em relação ao título. Mas é uma opção só minha. Assunto encerrado.