24 de outubro de 2009

E a nova lei do silêncio...

Prevalece. Tenho a necessidade em expor a minha objetividade interna em formas de palavras de subjetivismo enigmático. Necessidade, porque ainda por questões mais óbvias, determinadas pessoas (sejam quaisquer) têm o favor em passar a detalhar com todo o fervor sobre uma coisa, que de toda forma, me importuna de qualquer jeito.

E como disse: prevalece. A mudança e reforma não tem mais soluções quanto a minha visão afrontosa, cravada desde a minha infância. E se tornou quase uma fixação ao longo dos anos. Exagero, fixação nem tanto, apenas uma idéia permanente que ainda permanece em estado de variabilidade. Porém, inconscientemente, a força do orgulho vence qualquer estado de inconstância. Depois de vários anos, talvez pude compreender o surgimento deste mal, que pode ser para muitos porém, para outros não, assim como eu. O passado me trouxe visões nulas e possivelmente serão indeléveis . Sobrepujar tudo isso será dependente do eu, do meu espírito, do entendimento da psicologia humana, e sobretudo da minha fé em Deus e no seu Filho. Já me habituei continuamente com isso, que ainda, é dificultosa. Dificultosa, justificada pela ausência de conceitos sobre fatos relacionados. Eu tenho conceitos da minha pessoa mas não sou capaz totalmente de lançar conceitos sobre tal importúnio.
Deixei uma frase no meu blog, e acho que ela se adequa principalmente neste tópico:

"Aquele que controla o presente, controla o passado. Aquele que controla o passado, controla o futuro." (George Orwell)

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