26 de maio de 2013

"League of Legends Cinematic: A Twist of Fate"

Venho aqui postar a animação que a Riot Games preparou para o League of Legends, a qual a transmissão foi feita ao vivo (via stream) em torno de 1 hora atrás, no final do campeonato AllStar, na China. Está perfeita demais. Os personagens e suas respectivas animações e habilidades das skills em si estão detalhadamente similares ao que estão presentes dentro do game. *_*.

19 de maio de 2013

Um bom momento para escrever.

Olá caros,
Passei um bom tempo sem escrever aqui.
Bem, parece que fugi da minha responsabilidade de colaborador...
Mas eu posso explicar...
Eu estava em outro momento, um bom momento para mim. Um momento que me deixou feliz, e que me faz deixar todo o resto de lado por um tempo.
Voltei a amar, a mulher da minha vida. E o tempo que passamos juntos foi incrível. Infelizmente ela teve de ir embora do meu lado por um tempo, para poder seguir seus próprios passos.
Mas isso não vai me deixar escapar novamente.
Parece que nosso amor está forte, bem forte.
E um amor que está escrito no céu estrelado que temos acima de nós.
Agora e só esperar um pouco, para podermos estarmos juntos novamente, para darmos as mãos para caminhar juntos.

Um texto simples, para um amor complexo.
Estou de volta.

Até o próximo texto.

7 de maio de 2013

Amarga estupidez romântica



Qual é o limite entre o dito amor ou paixão (em alguns casos, é obsessão mesmo) e o bom senso, justiça e equilíbrio? Falo isso porque vejo diversos casos – geralmente envolvendo mulheres – que parecem relevar e perdoar praticamente tudo em nome do fato de gostarem da pessoa. Parece que dependendo do “alvo” do Cupido, o indivíduo só passa a enxergar sua musa idolatrada... ou vice-versa.  Alguns passa a entender dramaticamente que a felicidade só existe ou é possível ao lado daquela pessoa e, uma vez terminado o relacionado (bate na madeira), só haverá solidão, tristeza, desespero e arrependimento eternos. Aliás, muitos jovens em seus primeiros namoros tendem a sofrer desses sintomas fatalistas. Não posso deixar de mencionar também os sentimentos platônicos, nos quais você se sente “preso” a alguém que está “livre”. Certas situações chegam a ser patéticas e não faltam exemplos.

Ainda assim, focarei o conteúdo desse artigo nas dinâmicas destrutivas das relações que insistem em continuar "funcionando". A avaliação de certos relacionamentos sob um olhar externo e imparcial pode ser alarmante, pois mesmo você enxergando uma porção de coisas erradas, a vítima de sua estupidez romântica insiste em manter o vínculo ao custo de sua autopreservação, valores, moral, dignidade, amor próprio e assim por diante. E pior: algumas dentre essas pessoas até devem se orgulhar de buscarem sua felicidade ilusória ou passageira enquanto aos poucos vão arruinando sua integridade emocional e afetiva. Percebe-se que muitos corações idiotas e teimosos insistem em se autoflagelar... em nome do amor.

  
No que diz respeito ao senso comum, sem generalizar, a maioria das pessoas sabem o que é intolerável ou imperdoável dentro de um relacionamento amoroso. Falando-se em bom português, isso sugere que o cônjuge tem de fazer muita merda para chegar ao término. Mas existem pessoas que desafiam qualquer patamar ético ou moral para continuarem estar junto de quem desejam ou “amam”, mesmo que a reciprocidade seja bem diferente. Nesses casos, o sentimento parece ser uma “droga” na qual a pessoa se vicia e muito dificilmente está disposta a largar a dependência. É triste, pois além de haver o prejuízo pessoal óbvio, a pobre criatura poderia investir seu tempo em outras pessoas ou até mesmo em si mesma. É aquela velha história de ser melhor estar só do que mal acompanhada.

É interessante notar que quando as coisas passam de certos limites (geralmente extraordinários), é comum a pessoa buscar forças, conselhos e ajuda externa para se livrar de seu amor doentio. Lamentável é pensar que muitas pessoas poderiam ser poupadas de maiores danos se soubessem utilizar mais a razão e o bom senso de vez em quando. Se pudessem compreender que, na minha opinião, o amor não precisa suportar tudo de olhos fechados. Se percebessem que às vezes a felicidade (ou o que se pensa que ela seja) não está unicamente localizada no que se sente hoje, mas o que pode perdurar de maneira saudável com outras pessoas se houvesse oportunidade para isso. Assim haveriam menos cabrestos sentimentais distribuídos à população.

Não me entendam mal. Não defendo a ideia de tudo ser tratado a “ferro e fogo” nem tampouco menosprezo o valor do romantismo sensato. Também sei que ao longo de minha história amorosa já passei por poucas e boas; nem de longe sou imune a diversas “ciladas” que citei aqui, mas acho que as mesmas experiências pelas quais passei serviram de aprendizado, amadurecimento e autoconhecimento. Mesmo assim, é possível que esse texto favoreça uma reflexão construtiva ou até o "despertar" de algumas pessoas que estão sofrendo e se negam a tomar alguma atitude. Quem sabe?

Sei que um sentimento é capaz de ser compreensivo e tolerante com muita coisa, mas acho importante saber avaliar o que uma relação realmente é capaz de te trazer de bom (colocando sensatamente as coisas na balança sem toldar sua avaliação pela emoção) e se é válido permanecer com um alguém que desperta tantas lágrimas em ti... ou que está junto de você por razões erradas ou mundanas.

Um sentimento não deve servir de justificativa para viver em detrimento de si mesmo.