Olivia inspi' Reira (Trapnest) - A Little Pain
Tradução
Apenas abram os links, vocês entenderam.
Obrigado.
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27 de junho de 2013
23 de junho de 2013
Eu, Eu, Eu, sempre Eu!
Me lembro como se fosse ontem, quando a Miki disse que eu viria para o blog para eu poder adocicar mais as coisas.
Mas parece que todo esse tempo a qual estive por aqui, eu falei mais de mim mesmo do que qualquer outra coisa.
Não sei se minhas experiências são validas...
Estou começando a achar injusto eu sempre fazer isso.
Porque mais uma vez, o motivo de eu estar aqui, sou eu.
Talvez mais abatido do que nunca. Você leva um soco na cara sem ter a mínima idéia de onde ele veio.
Você se sente completamente desnorteado, sem direção, sem ter um caminho para seguir.
E o que fazer agora?
Depois de tanto lutar e batalhar...
É campeão, está na hora de ficar pelas cordas agora, e tentar pensar quando você deve voltar o ringue, mas quando voltar, volte por um novo objetivo, porque ser nocauteado novamente pelo o mesmo, e a mesma coisa de dizer que você voltou simplesmente para perder.
Mas parece que todo esse tempo a qual estive por aqui, eu falei mais de mim mesmo do que qualquer outra coisa.
Não sei se minhas experiências são validas...
Estou começando a achar injusto eu sempre fazer isso.
Porque mais uma vez, o motivo de eu estar aqui, sou eu.
Talvez mais abatido do que nunca. Você leva um soco na cara sem ter a mínima idéia de onde ele veio.
Você se sente completamente desnorteado, sem direção, sem ter um caminho para seguir.
E o que fazer agora?
Depois de tanto lutar e batalhar...
É campeão, está na hora de ficar pelas cordas agora, e tentar pensar quando você deve voltar o ringue, mas quando voltar, volte por um novo objetivo, porque ser nocauteado novamente pelo o mesmo, e a mesma coisa de dizer que você voltou simplesmente para perder.
11 de abril de 2013
Vida frágil
Ontem compareci ao enterro de um querido tio meu e, como é de se esperar, foi uma ocasião triste e melancólica. Até mesmo o tempo favoreceu isso, pois a tarde estava nublada e chovia. Mesmo sendo os parentes mais próximos (minha tia, duas primas e um primo), já fazia vários anos que não havia aquele contato mais frequente e estreito entre a gente... pelo menos, de minha parte, ainda que seja a irmã mais próxima de minha mãe. Dois desses primos participaram mais de minha juventude (em especial, minha infância e aborrescência) e sinto um certo carinho por eles fomentado pelas lembranças, mesmo que nossos “caminhos” ou estilos de vida hoje sejam tão diferentes. Ainda assim, foi impossível deixar de se emocionar ao ver aquele ambiente de funeral na capela... o corpo de meu tio repousando no caixão... sua família e amigos ao redor. Senti um nó na garganta e foi difícil lutar contra as lágrimas, mas estava ali para confortar outras pessoas... estar presente em um momento difícil. Curiosamente, quando abracei minha prima mais nova de 16 anos, com quem não tinha muita intimidade, foi o momento mais comovente, pois senti um abraço mais duradouro e maior comoção entre a gente. Eu mesmo aproveitei o momento para aliviar o coração. Foi bonito e triste.
Esse meu tio estava internado,
sofria e padecia de problemas com o coração. Nesse sentido, foi melhor que ele
tenha descansado. Soube que ele faleceu na madrugada de ontem nos braços de
minha tia enquanto ela dava suporte e fazia companhia ao marido. Até comentei
com minha mãe que era uma benção poder morrer nos braços de quem se ama. E é
verdade. Espero poder não estar sozinho ou solitário quando chegar a minha
hora, por mais que esse possa ser um pensamento mórbido a princípio.
O que achava mais marcante na
personalidade de meu tio era sua risada (única) e a capacidade de zoar qualquer
um. Ele sabia ficar furioso, conversar sério, resmungar ou protestar contra
algo, mas seu bom humor sem dúvida era mais contagiante. E convenhamos, todas
as famílias têm os seus problemas, defeitos e limitações, mas ele tinha motivos
para se orgulhar do clã que possuía... e viu crescer, tendo até netos.
A ocasião serviu também para
reforçar a consciência de nossa mortalidade e fazer refletir sobre o fato de
lidar com a morte... em especial, com a ausência física permanente de alguém
querido. Eu não estou preparado. Acho que não tenho nem estrutura para
enfrentar, por exemplo, o falecimento de minha mãe. Acho que sou fraco e
imaturo. Meu Deus, eu não consigo imaginar minha reação em tal ocasião, mas
acho que só seria uma ruína humana de lágrimas. E mesmo assim, sou capaz de desvalorizar sua presença através da raiva, mau humor ou outros sentimentos negativos. Vergonhoso, imperfeito.
Mais uma vez, a vida se encarrega
de demonstrar sua importância através de sua limitação. Não somos eternos.
Gostaria de ter mais tempo para viver e aproveitar a companhia de quem me é
importante... e isso pode ser tão egoísta! Mas francamente, não preciso ser
idoso para perceber como o tempo passa rápido... e nem sempre da maneira como
gostaríamos.
Hoje o dia amanheceu mais triste.
26 de fevereiro de 2013
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