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7 de julho de 2013

Novidade na indústria erótica: o vibrador líquido



Quando falamos ou pensamos em vibradores, é comum se remeter às costumeiras próteses penianas sintéticas e artificiais - objetivos fálicos que têm mil e uma funções e características diferentes que têm a louvável intenção de satisfazer e levar as mulheres às alturas. Também existem objetos com outros formatos e utilidades diferentes, naturalmente. Mas o que me chamou a atenção nessa semana foi saber que existem vibradores líquidos em diversos sites (muitos inclusive aproveitavam a chance de divulgar preços e produtos). What? Bem, eu não sabia que isso existia, embora ela já tivesse aparecido em feiras eróticas no ano passado.

Em que consiste essa substância? É fruto de feitiçaria? (risos) Não, mas o curioso produto (em solução ou gel) pode ser aplicado no clitóris ou no pênis para aquecer a região (aumentando a circulação sanguínea periférica), provocando uma surpreendente sensação de pulsação e formigamento no local (com direito à sensação de “ondas” de suaves choques) que promete potencializar e/ou auxiliar o prazer adquirido. 

  
Por curiosidade, tentei achar um site com uma explicação científica mais detalhada a respeito de como o negócio age, mas não achei tais informações. Também tentei arranjar testemunhos em primeira mão de pessoas que experimentaram o produto e poderiam falar com mais propriedade sobre sua famigerada eficácia (livre de interesses comerciais ou simples teoria), mas ainda não obtive respostas (se surgirem, posto aqui).

Eu achei que essa novidade iria agradar mais à mulherada essencialmente porque parece promover uma forma um prazer auxiliar de maneira mais discreta (sem precisar ter brinquedinhos consigo), não impede ou atrapalha a penetração, o casal pode usufruir disso mutuamente e até possuem diferentes maneiras do vibrador líquido ser utilizado. É possível passar o produto (dependendo da versão) nos lábios para oferecer outras experiências ao beijo ou sexo oral, sem problemas de isso ser ingerido (pode contar até com diferentes sabores). Naturalmente, sequer exclui a possibilidade da masturbação. Segundo o que li, sua maior desvantagem é que seu efeito dura poucos minutos (por volta de 20 minutos), variando de pessoa para pessoa.

Eu francamente gostaria de testar o produto para poder oferecer um testemunho mais embasado a respeito de seu funcionamento. Os sites que li não se cansam de elogiar o vibrador líquido e fala-se que é sucesso de vendas entre as calcinhas de plantão. =) Caso alguém já tenha experimentado o produto, agradeceria o fato de lançar o seu testemunho nos comentários. Assim, o pessoal fica mais antenado com o que se oferece em matéria de prazer.

30 de junho de 2013

Aritmética sexual: cadê a equação?

Eu li um artigo no Yahoo com o qual me identifiquei e serviu de inspiração para o assunto que escreverei agora: o comportamento sexual esperado pela sociedade, sendo este definido pelo gênero. Falar sobre isso é ainda mais conveniente por ter uma relação estreita com minha última postagem. A mulher continua em liberdade condicional...

Se você precisar mencionar qual a quantidade de parceiros obteve em sua vida íntima para alguém, é possível que diga a verdade (especialmente se ela não for comprometedora, segundo seu entendimento), mas não é raro acontecer de a pessoa mentir que tenha tido menos parceiros ou até mesmo mais conquistas sexuais. A primeira possibilidade condiz mais com as “santinhas” precavidas, enquanto o segundo caso é mais próprio do macho predador. (risos) Parece que isso gera uma espécie de “confissão”, pois a natureza de sua reação dependerá do seu sexo, do padrão comportamental que deseja seguir (ou divulgar) e possivelmente até mesmo de quem irá receber sua resposta. Talvez a pessoa até não se sinta intimidada por essa questão estar “vasculhando” sua vida privada, mas sim porque o indivíduo já teme o prejulgamento a respeito de um número. Sim, um número. Mas não é um número qualquer.

Um número tende a nos cegar. Ele é frio, estático e sequer conta a história por trás dele, mas pode ser implacável dependendo da avaliação subjetiva que recebe. A sociedade machista em que vivemos estabelece um padrão de vida sexual mais comedido e discreto por parte da mulher. As normas sociais estabelecem critérios e parâmetros diferentes para os dois sexos e, desde pequeno, você é incentivado a aceitar as regras do jogo sem contestar (pois sempre foi assim) e agir de maneira que os seus pais não venham a te censurar. Somos criados a partir de rótulos, tendências e influências que guiaram a humanidade durante séculos e qualquer mudança é desencorajada, mesmo que ela respeite a individualidade de cada um.


Quando você foge dos padrões estipulados pelos outros (ou mesmo perante a História) e não liga para a opinião alheia, parece que se torna um pária. Afinal, você está demonstrando que é capaz de seguir seu próprio caminho sem “prestar contas” aos censores de plantão e isso incomoda bastante. As pessoas não estão muito dispostas a rever certos conceitos ou aceitar a singularidade humana, mas sim a deixar claro que tal comportamento não é adequado... ou esperado. Em alguns casos, acredito que lá no fundo possa haver uma inveja demagógica com tais atitudes, pois elas podem refletir uma coragem e autonomia que gera despeito. Tamanha ousadia! Os defensores da moral e dos bons costumes sentem-se plenamente justificados. E falando especificamente da mulher, em geral ela parece ter de se adaptar a esse novo mundo de maneira “cautelosa”, pois não é ingênua: sabe o que mundo “espera” dela entre quatro paredes. No entanto, espera-se que ela mesma saiba o que deseja para si, sem pressão e sem retaliação.

É bom deixar claro: uma pessoa pode defender seu próprio ponto de vista (ainda mais se ele for espontâneo e haver conforto nisso), mas é admirável desejar uma realidade em que haja mais neutralidade com a vida sexual das pessoas sem colocar em “xeque” a reputação delas. Nesse sentido, é fácil contextualizar o problema com as meninas. 

Falando-se da vida real, não temos como prever quanto tempo vai durar um relacionamento ou mesmo uma “ficada”. Pode durar tanto horas, quanto muitos anos. Assim, as pessoas têm um passado em sua intimidade e, mesmo a despeito de um número, ele não deve servir de parâmetros conclusivos para condenar a “conduta sexual” de alguém. Um número é uma maneira simples e injusta de reforçar o machismo.

Segundo o artigo que li, a Ohio State University realizou uma pesquisa que reforça aquilo que disse sobre mentir a respeito do número de parceiros(as). Os homens procuram aumentar o número porque desejam ser vistos como “homens de verdade”, viris e com experiência sexual; já as mulheres omitem alguns parceiros para ficarem bem na foto como respeitáveis “garotas de família”. Detalhe interessante: a pesquisa foi realizada com um público de estudantes universitários entre 18 e 25 anos enquanto eles passavam por detectores de mentiras. Trata-se de um segmento jovem que pode falar com propriedade sobre um assunto que faz parte de suas vidas.

Esse ciclo vicioso, sustentado e reforçado por um padrão de comportamento que se autodenomina “correto” ou “ideal”, favorece a manutenção de normas sociais que valorizam o silêncio em detrimento de sua própria sexualidade, excluindo ou omitindo suas preferências. Com exceção das pessoas que mantém seu posicionamento com autonomia própria (incluindo as pessoas que defendem a castidade), isso promove insegurança (eu sou um produto pré-concebido da sociedade), insatisfação (não posso deixar de seguir as regras pré-estabelecidas, sob pena de pagar caro por isso) e uma desconfiança com o pessoal que age com uma maior liberdade sexual, sem que isso sugira, necessariamente, devassidão.

27 de junho de 2013

Liberação sexual feminina sem libertinagem e condenação prévia



Parece coisa de fofoca, mas recentemente a atriz global Mariana Ruy Barbosa fez a seguinte declaração: “não adianta querer um príncipe se você não é uma princesa. É muito difícil uma mulher rodada encontrar um cara legal. Só vai encontrar sapo”. Bem, primeiro devo dizer que a Mariana tem todo o direito de ter essa opinião politicamente e historicamente “correta” a respeito das mulheres em geral. Mas agora irei questionar a ideia adorável de que apenas mulheres virgens e puritanas tenham mais chances de serem felizes no contexto conjugal.

Logicamente, ser “rodada” sugere um avaliação bastante subjetiva a respeito do número de parceiros de que uma garota deva ter para adotar esse infame título, mas vamos simplificar as coisas: preservar-se para um homem é a melhor e mais sábia “estratégia”? Ao meu ver, é tolice supervalorizar a virgindade feminina no sentido de ver isso como uma garantia de que o futuro amoroso será positivo. Um “investimento” a longo prazo. É lógico que cada garota faz do seu corpo o que bem entender, mas tenho certeza de que a maioria das mulheres sexualmente experientes possuem critérios para julgar se devem ou não transar com determinado homem. Não estou falando de aspectos “práticos” envolvendo meramente uma vagina lubrificada ou a oportunidade de fazê-lo, mas sim de crer que uma mulher do século XXI possui capacidade e autonomia de desfrutar de uma vida sexual ativa sem ter sua reputação prejudicada. Pior, sem ser julgada por outros segmentos da sociedade que defendem tradições como só perder a virgindade na noite de núpcias.

Não me entenda mal. É lógico que cada mocinha deve viver sua vida íntima conforme sua própria “filosofia” (especialmente se sentir feliz com ela), mas acho interessante notar que haja tanta diferença prática entre os sexos. Até mesmo se considerar a educação familiar entre as meninas, geralmente é comum observar uma semente de repressão sexual sendo plantada no coração da guria com “bons” pretextos. Não importa quantos séculos passem, parece vigorar uma ditadura machista (e religiosa, histórica, sociológica) de que a castidade feminina é o caminho mais belo e “correto” de se viver dentro da sociedade. 

Será que, mesmo a despeito dos pesares e dos maus exemplos, as meninas não deveriam se sentir mais tranquilas com sua própria vida sexual sem se sentirem molestadas pela censura alheia ou mesmo sua própria consciência (geralmente construída por fortes influências externas nesse quesito)? Pode-se argumentar que hoje tecnicamente qualquer garota conquistou sua liberdade sexual, mas com exceção do livre arbítrio individual, será que existe realmente uma visão “democrática” a respeito dessa conquista chamada liberdade sexual entre as moças?

  
Ora, a liberdade não precisa ser um sinônimo de libertinagem, devassidão e tantas outras denominações vulgares. Não estou dizendo que isso não exista, mas sim que é tolice ser taxativo em julgar as mulheres pelo simples fato de terem vida sexual ativa. Cheguei a ler em fóruns sobre o assunto e fiquei surpreso com a quantidade de pessoas que defenderam um estilo de vida mais “puro” entre as meninas. Os homens, então, geralmente aplaudiam de pé essa resolução sem olhar para o próprio umbigo, privilegiando séculos de uma educação machista e antiquada (minha opinião). Claro, certamente as pessoas não devem mensurar um meio termo: a mocinha só pode ser uma santa angelical ou uma vadia desavergonhada. 

Ainda assim, é interessante notar que mesmo as mulheres de “hoje” continuem insistindo em assumir o caráter “proibitivo” do sexo. Será que adotar essa visão não é uma forma também de subestimar a própria mulher em matéria de seu “bom senso” sexual? Algumas pessoas podem argumentar que manter a virgindade é uma forma de não se envolver com cafajestes ou pilantras – entregando o ouro ao “bandido” – mas me parece que essa é apenas uma forma de apostar perigosamente no homem que será seu futuro marido, enquanto a jovem se priva de viver diferentes e produtivas experiências de cunho sexual no decorrer de suas relações amorosas.

Já conversei com algumas mulheres que se preservaram para o casamento e, anos depois, se arrependeram de adotar essa “estratégia” de manter a virgindade até o leito nupcial. Certamente existem os exemplos contrários também, eu sei. Mas o que se vê a partir desses relatos é que seguir o “script” não exclui seus riscos. Se pararmos para pensar, uma mulher mais experiente na cama teve muito mais chance de conhecer diferentes homens na intimidade e assim fazer uma “pesquisa” mais aprofundada do cara certo para si, embora isso não se restrinja ao sexo, naturalmente. Ainda assim, isso oferece ainda mais "vivência" e oportunidade de amadurecimento às moças.

Portanto, a ideia de ter critérios sólidos para dividir os lençóis com alguém parece ser uma forma excelente de evitar “quebrar a cara” sem sufocar a própria sexualidade. Eu mesmo percebo, pelo menos em garotas com certo nível de instrução e educação, que ser livre para transar não significa que elas não se questionem se “esse é o momento adequado”, “se esse cara é merecedor” e assim por diante. Logo, não falta consciência e análise crítica a respeito de tais decisões.

Fora essas questões, encontrar uma pessoa legal para si sugere sorte e perseverança. Adotar bons critérios vai ajudar a filtrar as pessoas que passarem em sua vida. Daí a importância de namorar mais e não colocar suas esperanças românticas virginais no colo do “futuro noivo”, pois este é um processo de autoconhecimento, de descobertas e de “sintonia”. Infelizmente, o hímen não conta com um radar próprio para “príncipes”. Talvez o cérebro e o coração tenham mais mérito nesse caso. Eu fico pensando, aliás, se certas ideias apenas favorecem um casamento precoce pelas razões erradas...

6 de junho de 2013

Em defesa da vida... de quem?



Geralmente, não gosto de nenhuma notícia que remeta à política, mas como isso diz respeito diretamente à vida da população brasileira – e em especial, às mulheres – acho que vale a pena divulgar e alertar sobre a possível criação de uma lei. 

No dia 5 de junho (sim, bem recente), foi aprovado o Projeto de Lei (PL) 478/2007 que estabelece o Estatuto do Nascituro e prevê, entre outras coisas, o direito ao pagamento de pensão alimentícea (ainda sem valor/prazo/critérios previstos e apelidado por pessoas contrárias à iniciativa de Bolsa Estupro) aos embriões concebidos por meio de violência sexual (uma maneira de estimular a mulher a não praticar o aborto), além de ajuda psicológica à vítima (naturalmente). Essa despesa seria repassada ao pai do bebê, se for localizado e tiver condições para tanto (perceba que nesse caso o pai seria "reconhecido" e a mãe teria eternos laços com um criminoso), mas o Estado arcaria com o ônus em último caso (uma possibilidade bem mais provável). Vale ressaltar que o texto original previa um salário mínimo mensal até o bebê completar 18 anos! Após a gestação, se a mãe não quisesse assumir a criança, poderia colocá-la para a adoção, como se esse processo fosse simples e essa solução fosse satisfatória. 


A proposta segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e pelo plenário da Câmara antes de seguir para o Senado. Como se vê, o projeto tem como escopo fornecer proteção jurídica e social precoce a um "projeto de ser humano" que ainda vai nascer ao considerar que a vida humana começa na concepção, o que ainda não é consenso entre os cientistas. Isso vale para a fertilização in vitro, clonagem ou quaisquer outros meios científica e eticamente aceitos, pois está no texto da lei. Detalhe: a aprovação do projeto na quarta-feira foi uma ação coordenada do líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ), para garantir um trunfo à bancada evangélica que promoveu às 15 horas do mesmo dia uma manifestação diante do Congresso em defesa “da vida, da família e contra o aborto”.

Ao considerar que nosso país é laico, não devemos pautar nossas decisões nesse âmbito por quaisquer princípios religiosos, pois isso é um assunto fundamentalmente científico. Vale lembrar que a mulher não é uma incubadora artificial, mas um ser vivo que tem consciência, sentimentos, emoções, direitos, deveres e assim por diante. Em casos extremos e/ou delicados, a decisão de ter um filho ou não supera o contexto biológico.

Ao meu ver, acho que o Estado não deve intervir financeiramente no caso porque temos outras prioridades e o Brasil já conta com “Bolsas” suficientes, além de isso não prevenir o cerne do problema. Aliás, o Estatuto da Criança e do Adolescente contém um lindo texto, mas a prática é muito distante da teoria. O ideal é a gente promover o aumento generalizado e indiscriminado de gestações? Do ponto de vista financeiro, seria mais interessante diminuir pelo menos metade dos ganhos e privilégios de nossos políticos para aliviar mais o orçamento. Se analisarmos superficialmente o caso, parece que o Projeto de Lei é “bonzinho” e valoriza a vida humana, mas eu fico preocupado com a ideia disso generalizar a criminalização do aborto, causando um retrocesso nos direitos das mulheres (no Código Penal, o aborto é permitido em caso de estupro ou risco de vida da mãe) e, de quebra, incentivando a adoção de abortos perigosos e ilegais. Pelo menos as mulheres ricas têm a opção de se sujeitar a isso de maneira mais segura, não é mesmo?

Sei que um debate acirrado favorece o aparecimento de diferentes vertentes a respeito do que seja melhor para a defesa da vida e o direito da mulher, mas vejo com preocupação essa lei que tem claramente a ideia de supervalorizar a vida de um embrião gerado em circunstâncias pavorosas em detrimento da mãe e resultando em mais gastos para o país. Será que isso não abriria precedentes para criminalizar o aborto em quaisquer circunstâncias? Eu pessoalmente defendo maior autonomia no corpo da mulher pela sua respectiva "dona". Para você ter uma ideia de como o assunto é sério, existe um trecho que diz que se a mulher tiver algum problema de saúde e o tratamento, durante a gestação, colocar em risco a vida do embrião, ela não poderá fazê-lo. Não é interessante? É preferível que a mulher corra o risco de morrer do que o embrião.

Existem muitas questões a serem respondidas e outros pontos que sequer foram mencionados aqui, mas acho providencial a população observar o andamento desse Projeto de Lei e qual será o seu conteúdo final, caso ele vingue. É preciso ficar atento porque esse Projeto de Lei parece prometer o "controle legislativo" da gestação de todas as mulheres de maneira radical. Não sou a favor do aborto arbitrário, mas sim em situações que julgo ser necessário, como é o caso de estupro ou mesmo a falta de condições da mãe em tê-lo. Outro detalhe interessante é que mesmo os métodos contraceptivos têm lá a sua possibilidade de falha, mesmo que estejam baseadas em pequenas porcentagens.

Se você é contra esse Estatuto, vá a esse link e assine a petição:
http://www.avaaz.org/po/petition/Diga_NAO_ao_Estatuto_do_Nascituro_PL_4782007/

Aos interessados, haverá também um ato contra a Estatuto do Nascituro em Sampa no dia 15 de junho (sábado):
https://www.facebook.com/events/501598106576615/?ref=3


LINKS INFORMATIVOS



http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=770928&filename=Parecer-CSSF-19-05-2010 – proposta “modificada”.

http://www.gineco.com.br/metodos-contraceptivos/tudo-sobre-anticoncepcionais/seguranca-dos-anticoncepcionais – métodos contraceptivos e porcentagens de falhas.


Nota: é lógico que me posicionei sobre o assunto, mas procurei ler sobre isso em diferentes sites. Da mesma forma, é perfeitamente possível que tenha me equivocado em algum aspecto informativo. Se o assunto te interessar, procure se informar mais sobre ele. =)