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20 de junho de 2012

Polvilhando inutilidades!

Ultimamente ando com poucas idéias para títulos mais criativos. Portanto, será este mesmo! (haha). Hoje fiquei o dia inteiro enrolando para escrever aqui, para estudar... mais um par de coisas. Acabei-me viciando nestes apps de criança, do Facebook (¬¬) e acabei desperdiçando meu tempo com joguinhos de bebê, jogando conversa fora  e lendo noticias, que hoje as qualifico como tonteiras e sem conteúdo algum.

Enfim, quem me conhece sabe como a minha visão de vida se procede. Meu humor não anda ácido, porém não estou numa fase de palavras cheia de melongas, e realmente o conteúdo do meu blog está se modificando drasticamente. E o conteúdo atual tem uma diferença significativa se comparado com as minhas postagens de  3-4 anos atrás. Vou partir para objetividade e usar um pouco de acidez nas palavras.

O post de hoje é apenas para comentar de como as revistas e jornais tratam determinados assuntos como se fossem uma grande descoberta. Sempre tive costume de ler revistas femininas desde os meus 12 anos (na época eu lia a Capricho - hahaha - e depois dos meus 17, parti para outras revistas femininas voltados para mulheres entrando na fase adulta), apenas para o auto-conhecimento, embora ultimamente não tenha tido muito tempo para ler muitas coisas. Enfim, há dias em que entro no Facebook, e daí uma destas  revistas femininas, Claudia... NOVA Cosmopolitan e etc.. postam algo, que de certa forma, sempre espero alguma matéria que possa ser útil. Porém pelo jeito, tenho visto que a utilidade está se tornando futilidade, ou seja, conselhos e matérias inúteis que mal interessam para muita gente. Estes dias, fizeram algumas matérias do tipo.... "Estudos mostram que mulheres preferem fazer sexo casual no período das férias". Daí comento, e eu com isso e com a vida das pessoas? :S Fora que, a mulher de hoje já atingiu o ponto máximo do feminismo que, agora elas podem fazer o que bem entender com o corpo e o desejo, ou seja, pode atirar-se para tudo quanto é homem. :S Enfim, não vou desviar o assunto. (rs)  O pior foi essa, quase morri de rir de tão sem noção... de que nas pesquisas realizadas, as mulheres têm fantasia em transar na Torre Eiffeel enquanto que os homens na Casa Branca! haushaushuas Pois é, se basearmos tudo na pesquisa, os pontos turísticos mundiais se tornarão motéis! hashuashaush Apenas frisando de que, não estou condenando às pessoas que tem fantasias sexuais malucas, só estou  comentando uma matéria que achei realmente muito sem-noção e não sei de que fonte estas revistas extraem. Tem outra que eu li estes dias, mas só li o título porque o conteúdo já estava supondo de que nem valeria a pena. Falando que pesquisas mostram que as mulheres ainda preferem homens românticos.... Cada coisa óbvia e/ou sem-noção que aparece, que agora eu falo - Me poupe! Mas tem matérias piores que estas, do jeito que as coisas já andam, os valores femininos andam tão invertidos mais o fato da banalização do sexo (claro, pela maioria das mulheres). :(

Não estou querendo bancar A moralista, A correta, afinal ser humano não é perfeito, não sou perfeita, e nada tenho a ver com a vida de outras pessoas, e pouco me importa o que cada um faz. Apenas estou fazendo críticas diretas às revistas e mesmo jornais que postam matérias totalmente sem fundamento e gastando tempo à toa. Estadão postando foto do Kassab dentro do carro preso no trânsito (como comentei anteriormente)... mais uma série de coisas desnecessárias para serem lidas.

É justamente por isso, que, quando entro na net, já perco a vontade de ler jornais e etc, e prefiro estar vendo alguma coisa descente, baixar algum livro (o que já não tenho mais feito - hahaha),  ou jogar jogos de estratégia! (estou voltando novamente) =D E... claro, jogar o jogo de criança do facebook que vicia. ¬¬



17 de setembro de 2010

O amor banal contemporâneo.

É, parece que, depois de um tempinho de molho aqui, começaram a fluir inspiração para voltar a escrever. E o post de hoje surgiu em razão de algumas idéias que me  brotaram ao longo de uma conversa "emi-essiniense" (rs.) e de uma comunidade no Orkut.
O título já revela o que vemos ao longo do universo humano. Ou seja, está pra lá de evidente que o verbo amar se tornou tão corriqueiro no dia-a-dia da maioria das pessoas. O amar se tornou  materializado e insustentável, principalmente quando se trata de relacionamento entre um homem e uma mulher, e justamente quando se envolvem pessoas mais jovens e imaturas. Imaturas não apenas no sentido de tempo de vida, mas também de pessoas que mal sabem diferenciar um sentimento de paixão com amor.

Aliás, a banalização não está somente em torno disso, envolve muitos valores e éticas do ser humano. Cada vez mais em que o mundo ingressa em um novo processo de evolução, a irracionalidade humana está se direcionando apenas no valor da matérias e no que é proveitoso para as suas necessidades.

Li num blog com um post tratando sobre o amor banal. Tenho mesmo que concordar com o autor do post, o único amor eterno que ainda sobrevive nesta Terra, é a dos pais para os filhos, sobretudo da mãe ao filho. É claro que existem mães desnaturadas que largam seu filhos em lixos e afins, mas apenas ressaltei as verdadeiras mães.

Na internet, nas redes sociais e entre outros lugares, vejo "T amo" com uma facilidade incrível, se equivalendo como uma das atitudes necessárias do dia-a-dia, apenas para satisfazer o seu ego. As
pessoas não sabem distinguir o amor de uma carência. E este é novo amor, o amor do séc. XXI, o amor do materialismo humano. Um sentimento que se tornou vulgar e oportuno.

Encontrei uma definição sucinta de um usuário em uma das questões do Yahoo Respostas:
"Temos alguns amores durante nossa vida, primeiro por nossos pais, depois pela namorada (o), amigos(as), esposa(o) e finalmente o mais sublime, dos filhos. Aprendemos que o amor verdadeiro, real, sincero e puro e aquele que nos obriga a aceitar o outro com erros e acertos, é aquele que mesmo quando feridos, perdoamos uma e outra vez, é aquele que não coloca exigências nem condições, é aquele que não faz ameaça e sim procura a harmonia."