17 de setembro de 2010

O amor banal contemporâneo.

É, parece que, depois de um tempinho de molho aqui, começaram a fluir inspiração para voltar a escrever. E o post de hoje surgiu em razão de algumas idéias que me  brotaram ao longo de uma conversa "emi-essiniense" (rs.) e de uma comunidade no Orkut.
O título já revela o que vemos ao longo do universo humano. Ou seja, está pra lá de evidente que o verbo amar se tornou tão corriqueiro no dia-a-dia da maioria das pessoas. O amar se tornou  materializado e insustentável, principalmente quando se trata de relacionamento entre um homem e uma mulher, e justamente quando se envolvem pessoas mais jovens e imaturas. Imaturas não apenas no sentido de tempo de vida, mas também de pessoas que mal sabem diferenciar um sentimento de paixão com amor.

Aliás, a banalização não está somente em torno disso, envolve muitos valores e éticas do ser humano. Cada vez mais em que o mundo ingressa em um novo processo de evolução, a irracionalidade humana está se direcionando apenas no valor da matérias e no que é proveitoso para as suas necessidades.

Li num blog com um post tratando sobre o amor banal. Tenho mesmo que concordar com o autor do post, o único amor eterno que ainda sobrevive nesta Terra, é a dos pais para os filhos, sobretudo da mãe ao filho. É claro que existem mães desnaturadas que largam seu filhos em lixos e afins, mas apenas ressaltei as verdadeiras mães.

Na internet, nas redes sociais e entre outros lugares, vejo "T amo" com uma facilidade incrível, se equivalendo como uma das atitudes necessárias do dia-a-dia, apenas para satisfazer o seu ego. As
pessoas não sabem distinguir o amor de uma carência. E este é novo amor, o amor do séc. XXI, o amor do materialismo humano. Um sentimento que se tornou vulgar e oportuno.

Encontrei uma definição sucinta de um usuário em uma das questões do Yahoo Respostas:
"Temos alguns amores durante nossa vida, primeiro por nossos pais, depois pela namorada (o), amigos(as), esposa(o) e finalmente o mais sublime, dos filhos. Aprendemos que o amor verdadeiro, real, sincero e puro e aquele que nos obriga a aceitar o outro com erros e acertos, é aquele que mesmo quando feridos, perdoamos uma e outra vez, é aquele que não coloca exigências nem condições, é aquele que não faz ameaça e sim procura a harmonia."

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