13 de junho de 2012

My hand tells: "I'm afraid of men." [1]

Bom, agora posso redigir meus posts tranquilamente, tive que comprar outro teclado, porque ontem estava impossível digitar sem as teclas A, Z, Q... :S Serei mais cautelosa ao não derrubar água! haha

Ontem de madrugada, postei a matéria sobre o que a linha central da mão poderia revelar sobre a sua personalidade. Pelo menos, cafajeste não sou! hahaha Falando seriamente, não tenho caráter para  agir de tal maneira, embora eu saiba que eu tenha herdado genes para isso (infelizmente), que, se não fosse à contribuição da criação da minha mãe  e que, por outro lado, eu herdei a boa genética materna. Porque, caso contrário, eu teria a certeza de que o cafajestimo manifestaria facilmente em mim.

Enfim, do resultato obtido, foi a da Linha Quebrada e o da Montanha-Russa. Não irei falar sobre o último, porque no momento, não seria muito conveniente da minha parte ficar me autoanalisando sobre minhas estigmas emocionais.

O post de hoje é bem pessoal e ligada diretamente à minha vida. Muito mais bem pessoal do que já escrevi nos anos de 2008-2009. 

Afirmo que o da linha quebrada realmente me surpreendeu. Antes de comentar algo a mais, vale lembrar que não creio nestas coisas, porque eu como cristã (embora não-praticamente no momento), não vejo muito sentido em acreditar em algo digamos, quite no sense. Admito que sempre tive um certo bloqueio com os relacionamentos, com os homens em si. Para eu, uma pessoa de 27 anos nunca ter enfrentado um relacionamento sério, certamente tenho um bloqueio, ou porque sou exigente demais.

Daí, sempre tem uns incovenientes amigos, acéfalos, os quais não converso há milênios, e quando voltamos a conversar, vêm com a mesma pergunta: "E aí, já tá com namoradinho? Já tá namorando? Outro vem, e pergunta " vc já casou?" Aff, coisas  que não só amigos perguntam, mas certamente parentes também virão com a mesma pergunta. Algumas semanas atrás, um amigo meu que conheci  em 2009 (super lindo mas não vejo ele além de amigo hahaha), não falava com ele há praticamente há 1 ano. E algumas semanas atrás, quando o encontrei na net por ocasião, voltamos a conversar e eu perguntando sobre a rotina dele no Japão. Conversa vai e vem, quando o tonto veio com a mesma pergunta. Logicamente eu respondi que sou solteira e sempre fui hahaha. O pior vem depois... perguntou se me tornei lésbica... Afff. Foi o cúmulo. Se não tivesse tanta bondade, já o teria xingado e dito coisas a mais, mas mantive controle, é claro que demonstrei que não gostei. Justamente por comentários inoportunos que ele faz e às vezes fazia na época em que ficávamos teclando, não consigo vê-lo de outra maneira, mesmo sendo ultra lindo e blá blá... depois não sabe porque eu dou fora nele! (haushausua) Ele sempre dizia de que nunca dou bola pra ele (hahaha), e noutro dia, disse a mesma coisa. Já na época, eu dizia que ele era amigo de balada e que só o via como um amigo super zueiro e nada mais. E da outra vez, eu falei, que a culpa é dele mesmo, porque se ele realmente queria a minha atenção, ele deveria ter insistido mais desde os tempos em que conversávamos com frequência. Se bem que, nem insistindo, funcionaria. Tem homem que mesmo tendo caráter, não tem muito bom senso para conversar. :S Ou é para viver só em balada, que foi é o perfil de pessoa que vejo nele.  Enfim, a moral da questão é: nunca faça perguntas indesejáveis e comentários impróprios na hora errada. Isso vale para todas as pessoas. Comentários idiotas significa "Fim do Mundo". Queima o filme.

Agora, voltando ao objetivo deste post, vou partir desde o início. Nossa, me veio à mente neste exato momento da madrugada, este blog poderia ser uma auto-biografia. Poderia, porque se fosse para publicar um livro, meu nome teria que aparecer... logicamente. Enfim, eu ainda tento descobrir o tanto de bloqueio que tenho.

Na verdade, eu acho que já tenho alguns motivos. Me recordo que, desde criança, nunca tive sonho de casar, nem mesmo de ter namorado, eu já achava que seria tudo monótono e que a vida de solteiro deveria ser muito bom para ser vivida (olha só como eu já pensava na época de quando eu ainda era criança, eu, embora gostasse de brincar bastante, já tinha uma mente um pouco precoce). Depois dos 15 anos então, a idéia se tornou fixa, porque passei a priorizar mais os estudos, e já dizia veementemente que, casamento é tudo ilusão. Além disso, eu admito que já tinha uma mente bem feminista (claro que com bom senso), desde jovem já pensava na faculdade e de poder trabalhar, não depender de ninguém, e obviamente, não ao casamento e nenhum relacionamento, a não ser que um homem que valha a pena e que realmente preste e tenha caráter, sobretudo. Ao longo da minha adolescência até anos de 2007-2008, quando eu estava concluindo meus estudos na universidade, minha mente passou a mudar... na época, eu como uma mulher orgulhosa, não queria ter que admitir isso. Porém, essa idéia de repulsa ao relacionamento e mesmo de envolver com os homens talvez haja um motivo, creio que seja o sofrimento que a minha mãe vivenciou no casamento. Lógico que quando era criança, não posso negar que tudo era perfeito, mas ao mesmo tempo, não posso negar que já vivenciei inúmeras brigas entre meus pais. Era um pé-no-saco. Só me estressava. Me recordo uma vez que, quando meus pais brigavam, minha mãe me dizia "Vai lá perguntar para o seu pai se ele não vai pedir separação." hahaha Eu me divertia com isso.

Logicamente, desde pequena  acabei ficando do lado da minha mãe. Só passei a compreender melhor sobre a família do meu pai, de que nada era tão perfeito como eu imaginava, conforme fui crescendo, minha mãe foi contando aos poucos como as coisas aconteceram. E quando chegou meus 15 anos, só sentia ódio e repulsa de toda a família do meu pai. Atualmente ainda tenho um certo rancor por eles. Do meu pai, não tenho rancor, porém carrego em mim a má imagem e mágoa que ele me trouxe depois de toda a biografia da minha mãe.  Mas o meu ódio é focado somente aos familiares dele, que infelizmente tenho que viver no mesmo lugar, embora haja metros e metros de distância. Atualmente está tudo tranquilo, mas são os japoneses mais sem-caráter, inescrupulosos, egoístas, sujos, materialistas, aproveitadores e sobretudo, ingratos que foram tanto com o meu pai assim como com a minha mãe.

(... continuação no segundo post)......




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