E mais um dia perdido em Rio Preto. Não necessariamente, apenas aguardando um resultado de uma seleção. E na verdade já saiu, o que acontece é que neste momento essa chuva nunca dá uma trégua. E a dúvida?Perdido... pois é. E bem perdido. Isso já explica muito bem um fato.
E tal fato pode me levar a tomar certas decisões. Aliás, decisão. E ao mesmo tempo em que é uma indecisão. Uma indecisão que talvez possa quebrar a Lei do Silêncio. Já repensei diversas vezes, mas terei que romper isso tudo. E nem sempre o silêncio pode barrar uma coisa que pode ser dita ou mesmo escrita.
E assim, tudo me levou a crer que, ao longo de 2008... aliás, é uma conclusão que surgiu alguns dias atrás. A revelação de que convivi com pessoas de almas pequenas. Aliás, uma pessoa. Tão pequena, mesquinha. Que valorizam muito mais às miudezas e insignificâncias. Tais coisas que ela mesma poderia solucioná-las de forma mais veloz. Só bastava querer. Tal falta de querer leva ela mesma tomar decisões negativas e prejudiciais ao exercício de outrem. Exercício e trabalho que seriam executadas não só por obrigação, mas por vontade . E por uma inutilidade. E nisto, percebi que esta transferiu o valor às insignificâncias do que aos meus feitos durante o ano que transcorreu. Sim, vejo agora a verdadeira ingratidão. A ingratidão a qual levo a concluir de que fui um lixo. Um lixo gerando mais lixos dentro de um local de exercício. Não vi mais razões para prosseguir com aqueles lixos. Lixos são jogados nos lixos. A única coisa que posso deixar com muita clareza é de que não fui um lixo em tudo o que me prontifiquei a realizar. A vadiagem jamais esteve em que pude fazer. E só. E conclusão: a grandiosidade jamais será reconhecida por um título. As duas coisas agregadas revelam as grandes coisas como verdadeiros resultados de quaisquer aspectos. E a não interdependência, gera falsos feitos.
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