Em visita “acidental” a um link
do site InfoMoney, li que um estudo feito com 114 profissionais dos Estados
Unidos, liderados pelo professor Brent Scott da Universidade Estadual de
Michigan, apontou uma correlação direta entre a atratividade física e o
respectivo tratamento recebido pela pessoa no ambiente de trabalho – um local
aparentemente neutro onde o profissionalismo deveria prevalecer, certo? Não
exatamente.
Durante o teste, os trabalhadores
foram separados em dois grupos, sendo que nenhum deles se conhecia antes. Após
mostrarem as fotos de cada membro do segundo grupo para o primeiro grupo e
vice-versa, cada um deveria julgar a aparência e as atribuições profissionais
da pessoa. Resultado: pessoas consideradas “pouco atraentes” receberam uma
avaliação muito mais severa do que o seleto grupo avaliado como “bonito”. No
caso, o pessoal menos belo estaria menos propenso a receber promoções e seriam
mais “exigidos” durante o trabalho. Infelizmente, não foram dados muitos
detalhes sobre essa pesquisa. O fato é que dessa maneira, ficou constatado que
a beleza pessoal pode sim influenciar até mesmo no “futuro” profissional e
influenciar o tratamento recebido.
"Está me ouvindo, Neo?"
A pauta em questão me fez lembrar de uma cena em Matrix em que Morpheus está ensinando a Neo o que é a Matrix e como ela funciona enquanto caminham pela multidão. De repente, surge uma bela mulher vestida de vermelho que "rouba" toda a atenção do "Escolhido".
Eu achei interessante isso.
Quando pensava a respeito, concluía ingenuamente que esse “critério” seria realmente
mais vantajoso em profissões que lidassem diretamente com a mídia ou a própria
imagem, como a modelagem. Mas vê-se que isso pode se tornar uma característica
diferenciada que pode beneficiar o indivíduo até mesmo em locais inócuos como o escritório. Isso pode parecer besteira, mas lida essencialmente com a visão
que as pessoas têm de você, ainda que se trate de um mero cartão de visitas
como um “rosto bonitinho”. Supõe-se que, se você é feio, terá de dar mais duro
na vida para ter sucesso?
É óbvio que possivelmente
qualquer pessoa irá preferir ser mais bela do que é e certamente não questiono o
encanto que uma “bela embalagem” pode causar aos olhos alheios, mas é curioso
notar que o narcisimo “externo” também encontra tempo para realizar suas
estripulias em pleno ambiente de trabalho. Suponho também que isso deve
influenciar a ideia de pessoas para irem mais arrumadas ao expediente, superando em
muito o simples conceito de “vaidade”. Se isso é capaz de influenciar até mesmo
a vida profissional, talvez eu tenha subestimado o poder da beleza humana.
(risos)
Sei que existem muitos modos
questionáveis e deploráveis de tentar agilizar sua “escalada profissional”, mas
estou citando aqui apenas uma qualidade que pode interferir nisso INDEPENDENTE de
suas ações ou escolhas em um primeiro momento. Não estou dizendo que isso é
decisivo e nem que seja prioritário, mas só estou divulgando o que li. Onde
começa a futilidade e onde termina o mérito profissional? Será que as mulheres,
em virtude do própria tendência masculina a ser mais “vulnerável” a admirar a
aparência externa, estão mais conscientes do poder inerente à beleza e propensas
a se autobeneficiarem com isso?

Pois é Bis, mesmo dentro do mercado de trabalho, os critérios de seleção (sobretudo no que tange à aparência) se aplicam. Se forem capacitados então, melhor para o profissional, as chances para entrar no mercado ou então, ser promovido, são maiores.
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