Olá caros,
Passei um bom tempo sem escrever aqui.
Bem, parece que fugi da minha responsabilidade de colaborador...
Mas eu posso explicar...
Eu estava em outro momento, um bom momento para mim. Um momento que me deixou feliz, e que me faz deixar todo o resto de lado por um tempo.
Voltei a amar, a mulher da minha vida. E o tempo que passamos juntos foi incrível. Infelizmente ela teve de ir embora do meu lado por um tempo, para poder seguir seus próprios passos.
Mas isso não vai me deixar escapar novamente.
Parece que nosso amor está forte, bem forte.
E um amor que está escrito no céu estrelado que temos acima de nós.
Agora e só esperar um pouco, para podermos estarmos juntos novamente, para darmos as mãos para caminhar juntos.
Um texto simples, para um amor complexo.
Estou de volta.
Até o próximo texto.
19 de maio de 2013
7 de maio de 2013
Amarga estupidez romântica
Qual é o limite entre o dito amor
ou paixão (em alguns casos, é obsessão mesmo) e o bom senso, justiça e
equilíbrio? Falo isso porque vejo diversos casos – geralmente envolvendo
mulheres – que parecem relevar e perdoar praticamente tudo em nome do fato de
gostarem da pessoa. Parece que dependendo do “alvo” do Cupido, o indivíduo só
passa a enxergar sua musa idolatrada... ou vice-versa. Alguns passa a entender dramaticamente que a
felicidade só existe ou é possível ao lado daquela pessoa e, uma vez terminado
o relacionado (bate na madeira), só haverá solidão, tristeza, desespero e
arrependimento eternos. Aliás, muitos jovens em seus primeiros namoros tendem a
sofrer desses sintomas fatalistas. Não posso deixar de mencionar também os
sentimentos platônicos, nos quais você se sente “preso” a alguém que está “livre”.
Certas situações chegam a ser patéticas e não faltam exemplos.
Ainda assim, focarei o conteúdo
desse artigo nas dinâmicas destrutivas das relações que insistem em continuar "funcionando". A avaliação de certos
relacionamentos sob um olhar externo e imparcial pode ser alarmante, pois mesmo
você enxergando uma porção de coisas erradas, a vítima de sua estupidez
romântica insiste em manter o vínculo ao custo de sua autopreservação, valores, moral,
dignidade, amor próprio e assim por diante. E pior: algumas dentre essas
pessoas até devem se orgulhar de buscarem sua felicidade ilusória ou passageira
enquanto aos poucos vão arruinando sua integridade emocional e afetiva. Percebe-se
que muitos corações idiotas e teimosos insistem em se autoflagelar... em nome
do amor.
No que diz respeito ao senso
comum, sem generalizar, a maioria das pessoas sabem o que é intolerável ou
imperdoável dentro de um relacionamento amoroso. Falando-se em bom português, isso
sugere que o cônjuge tem de fazer muita merda para chegar ao término. Mas
existem pessoas que desafiam qualquer patamar ético ou moral para continuarem
estar junto de quem desejam ou “amam”, mesmo que a reciprocidade seja bem
diferente. Nesses casos, o sentimento parece ser uma “droga” na qual a pessoa
se vicia e muito dificilmente está disposta a largar a dependência. É triste,
pois além de haver o prejuízo pessoal óbvio, a pobre criatura poderia investir
seu tempo em outras pessoas ou até mesmo em si mesma. É aquela velha história
de ser melhor estar só do que mal acompanhada.
É interessante notar que quando
as coisas passam de certos limites (geralmente extraordinários), é comum a
pessoa buscar forças, conselhos e ajuda externa para se livrar de seu amor
doentio. Lamentável é pensar que muitas pessoas poderiam ser poupadas de
maiores danos se soubessem utilizar mais a razão e o bom senso de vez em
quando. Se pudessem compreender que, na minha opinião, o amor não precisa
suportar tudo de olhos fechados. Se percebessem que às vezes a felicidade (ou o que se pensa que ela seja) não
está unicamente localizada no que se sente hoje, mas o que pode perdurar de
maneira saudável com outras pessoas se houvesse oportunidade para isso. Assim haveriam menos cabrestos sentimentais distribuídos à população.
Não me entendam mal. Não defendo
a ideia de tudo ser tratado a “ferro e fogo” nem tampouco menosprezo o valor do romantismo sensato. Também sei que ao longo de minha
história amorosa já passei por poucas e boas; nem de longe sou imune a diversas
“ciladas” que citei aqui, mas acho que as mesmas experiências pelas quais
passei serviram de aprendizado, amadurecimento e autoconhecimento. Mesmo assim, é possível que esse texto favoreça uma reflexão construtiva ou até o "despertar" de algumas pessoas que estão sofrendo e se negam a tomar alguma atitude. Quem sabe?
Sei que um sentimento é capaz de ser compreensivo e tolerante com muita coisa, mas acho importante saber avaliar o que uma relação realmente é capaz de te trazer de bom (colocando sensatamente as coisas na balança sem toldar sua avaliação pela emoção) e se é válido permanecer com um alguém que desperta tantas lágrimas em ti... ou que está junto de você por razões erradas ou mundanas.
Sei que um sentimento é capaz de ser compreensivo e tolerante com muita coisa, mas acho importante saber avaliar o que uma relação realmente é capaz de te trazer de bom (colocando sensatamente as coisas na balança sem toldar sua avaliação pela emoção) e se é válido permanecer com um alguém que desperta tantas lágrimas em ti... ou que está junto de você por razões erradas ou mundanas.
Um sentimento não deve servir de
justificativa para viver em detrimento de si mesmo.
22 de abril de 2013
No patience with shit things [2]
Faz algum tempo que não venho postando aqui, apenas algumas citações retiradas de determinadas páginas do Facebook ou uma música ou outra. Idéias até tenho, porém expô-las não é tão fácil como eu pensei anteriormente, são assuntos polêmicos e minha opinião sobre estes ainda não estão consistentes. Tenho deixado o blog nas mãos dos meus amigos.
Para quem me conhece, sabe que desde o ano passado, eu estava brigando constantemente com a minha internet troll. Estou imensamente feliz que ela está boazinha desde o mês retrasado. :D Por enquanto, estou numa fase de paz com a Vivo. Já perdi as contas de quantas reclamações eu fiz via telefone.. --'.... Pelo visto, meu sacrifício e paciência valeu alguma pena.
Vamos ao post, que na verdade, não é de nada interessante. No final do ano passado, fiz o post (link no título) "No patience with shit things", onde eu estou relatando sobre a minha intolerância com as coisas que tenho lido na internet de modo geral, seja no Facebook, de páginas de mídias conhecidas e etc. Para ser franca, minha impaciência prossegue continuamente, porém estou aprendendo a absorver o que me irrita por processo osmótico.
Agora o próximo alvo tem sido mesmo as pessoas, sobretudo meus amigos. Sei que passei por alguns problemas de saúde no início deste mês, mais a gripe que contraí nesta semana... mas nem por isso é necessário ficar me ordenando o que eu devo fazer... pqp...
Agora o próximo alvo tem sido mesmo as pessoas, sobretudo meus amigos. Sei que passei por alguns problemas de saúde no início deste mês, mais a gripe que contraí nesta semana... mas nem por isso é necessário ficar me ordenando o que eu devo fazer... pqp...
Eu mereço isso? Tem gente que ainda me trata como uma criança de 4 anos... aí eu digo, é foda isto. O pior é quando as palavras se tornam repetitivas, e este amigo X me disse "take some rest... get some rest... turn off your pc... e bla bla bla" Sei bem que não era a intenção de me provocar e sim por preocupação, mas poxa, é questão de bom-senso. Estava mais parecendo minha mãe quando eu era criança. --'
Um bom exemplo que mencionei, ainda há outros que vou te contar... O bom é que, estou aprendendo a trollar melhor as pessoas. Tenho duas opções: contrariá-las ou negá-las. hahaha I'm a bad person!
Um bom exemplo que mencionei, ainda há outros que vou te contar... O bom é que, estou aprendendo a trollar melhor as pessoas. Tenho duas opções: contrariá-las ou negá-las. hahaha I'm a bad person!
20 de abril de 2013
19 de abril de 2013
Amor próximo à toda prova
Gostaria de colocar em pauta uma
tese para discussão. Eu li em um livro de romance a seguinte frase: “Talvez
temesse que aquele grandioso amor, que tinha resistido a tantas provações, não
pudesse sobreviver à mais terrível de todas: a convivência.” No caso, a
personagem se satisfazia com o fato de ver o seu amor em encontros frequentes (semanais)
e escondidos (haviam razões para isso), mas se “acostumou” a viver sozinha com
a família, embora ocasionalmente ela sentisse vontade de fugir com ele... e tais ideias se dissipavam rapidamente. Ela
inclusive tinha uma filha com ele para reforçar seus laços. Mas veja o que a
autora diz a respeito de se casar e como isso pode “desafiar” a força de
qualquer amor.
Sei que a maioria das pessoas românticas
ou a favor do matrimônio de maneira tradicional provavelmente serão contra essa
afirmativa. E até certo ponto, parece uma contradição pensar que viver perto de
quem se ama seja uma motivação para ver o amor degenerar. No entanto, faça uma
análise fria e racional dessa possibilidade: será que conviver constantemente próximo
do amado ou amada (leia-se morar sob o mesmo teto) ajuda a “esfriar” o sentimento?
Seria essa uma tendência mais comum, embora saibamos que existem casamentos que
contrariam tal “regra”? Leia esse outro trecho do livro: “Blanca preferia esses
encontros furtivos com o amante em hospedarias à rotina de uma vida em comum,
ao cansaço de um casamento e ao pesadelo de envelhecer juntos, compartilhando
as penúrias do final do mês, o mau cheiro da boca ao acordar, o tédio dos
domingos e os achaques da idade”.
Logicamente, sei que ao iniciar
uma união ou mesmo um relacionamento amoroso, é normal a gente idealizar as
coisas e possivelmente fazer prognósticos favoráveis do que estamos vivenciando
e sentindo. Podemos não ter bola de cristal, mas é fácil enxergar o futuro com
olhos otimistas e generosos estando juntos quando as coisas vão bem e/ou quando
estamos muito apaixonados. É aquela velha história de enxergar tudo como um mar de
rosas e podemos ter boas razões para pensar assim. (risos) No entanto, será que
o próprio casamento e a rotina inerente ao convívio funciona paradoxalmente
como um mecanismo indireto para “destruir” e/ou enfraquecer sentimentos? Será
que a “união estável” – civil ou religiosa – traz consigo um progressivo
desgaste do que sentimos? Será possível que um certo distanciamento promovido
pelo namoro, no qual geralmente os casais mantém certa independência cotidiana,
ajuda a manter o encanto e a alimentar (ou preservar) o amor? Naturalmente, lembre-se de que
o que está sendo mais questionado aqui são os efeitos da rotina e o convívio
constante a longo prazo em circunstâncias amorosas. Dê sua opinião.
11 de abril de 2013
Vida frágil
Ontem compareci ao enterro de um querido tio meu e, como é de se esperar, foi uma ocasião triste e melancólica. Até mesmo o tempo favoreceu isso, pois a tarde estava nublada e chovia. Mesmo sendo os parentes mais próximos (minha tia, duas primas e um primo), já fazia vários anos que não havia aquele contato mais frequente e estreito entre a gente... pelo menos, de minha parte, ainda que seja a irmã mais próxima de minha mãe. Dois desses primos participaram mais de minha juventude (em especial, minha infância e aborrescência) e sinto um certo carinho por eles fomentado pelas lembranças, mesmo que nossos “caminhos” ou estilos de vida hoje sejam tão diferentes. Ainda assim, foi impossível deixar de se emocionar ao ver aquele ambiente de funeral na capela... o corpo de meu tio repousando no caixão... sua família e amigos ao redor. Senti um nó na garganta e foi difícil lutar contra as lágrimas, mas estava ali para confortar outras pessoas... estar presente em um momento difícil. Curiosamente, quando abracei minha prima mais nova de 16 anos, com quem não tinha muita intimidade, foi o momento mais comovente, pois senti um abraço mais duradouro e maior comoção entre a gente. Eu mesmo aproveitei o momento para aliviar o coração. Foi bonito e triste.
Esse meu tio estava internado,
sofria e padecia de problemas com o coração. Nesse sentido, foi melhor que ele
tenha descansado. Soube que ele faleceu na madrugada de ontem nos braços de
minha tia enquanto ela dava suporte e fazia companhia ao marido. Até comentei
com minha mãe que era uma benção poder morrer nos braços de quem se ama. E é
verdade. Espero poder não estar sozinho ou solitário quando chegar a minha
hora, por mais que esse possa ser um pensamento mórbido a princípio.
O que achava mais marcante na
personalidade de meu tio era sua risada (única) e a capacidade de zoar qualquer
um. Ele sabia ficar furioso, conversar sério, resmungar ou protestar contra
algo, mas seu bom humor sem dúvida era mais contagiante. E convenhamos, todas
as famílias têm os seus problemas, defeitos e limitações, mas ele tinha motivos
para se orgulhar do clã que possuía... e viu crescer, tendo até netos.
A ocasião serviu também para
reforçar a consciência de nossa mortalidade e fazer refletir sobre o fato de
lidar com a morte... em especial, com a ausência física permanente de alguém
querido. Eu não estou preparado. Acho que não tenho nem estrutura para
enfrentar, por exemplo, o falecimento de minha mãe. Acho que sou fraco e
imaturo. Meu Deus, eu não consigo imaginar minha reação em tal ocasião, mas
acho que só seria uma ruína humana de lágrimas. E mesmo assim, sou capaz de desvalorizar sua presença através da raiva, mau humor ou outros sentimentos negativos. Vergonhoso, imperfeito.
Mais uma vez, a vida se encarrega
de demonstrar sua importância através de sua limitação. Não somos eternos.
Gostaria de ter mais tempo para viver e aproveitar a companhia de quem me é
importante... e isso pode ser tão egoísta! Mas francamente, não preciso ser
idoso para perceber como o tempo passa rápido... e nem sempre da maneira como
gostaríamos.
Hoje o dia amanheceu mais triste.
9 de abril de 2013
A complexa sexualidade
Há séculos a humanidade manifesta
uma diversidade em sua sexualidade. Se for necessário, bastaria fazer uma
pesquisa histórica para analisar esse fato. Mesmo assim, embora não seja
especialista na área, parece que a sociedade está lidando com uma mudança
antropológica envolvendo sua maneira de demonstrar como lidar e “enfrentar” o
que é “diferente”, já que este – o incomum, o exótico, o “estranho” – não
parece estar interessado em estar apenas nas “sombras” ou ser “discreto”.
Nos últimos anos é perceptível a
maior exposição de pessoas envolvendo orientações sexuais diferentes do
tradicional heterossexual. Além disso, existem os indivíduos com manifestações
de identidades de gêneros divergentes do próprio sexo biológico, como é o caso
dos transexuais. Muitas pessoas inclusive têm se aproveitado da mídia para
poderem assumir sua condição ou mesmo divulgar um comportamento defendendo sua
“filosofia sexual”. A internet então é um espaço riquíssimo para disseminar
rapidamente uma notícia, criar polêmica ou espalhar determinada “novidade”. Não
vou citar exemplos concretos pois não vejo tal necessidade.
O fato é que nas ruas e no
ciberespaço o público LGBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis, Transexuais,
Transgêneros) têm saído mais do anonimato (ou da passividade) e defendido mais
sua dita causa contra a homofobia e procurado conquistar mais “espaço”. Da
mesma forma, assim como esse movimento ganhou força, muitas pessoas contrárias
a essas práticas ou orientações sexuais saíram em defesa de suas ideias,
valores, crenças etc. para justificar seu posicionamento. O que se
vê é uma disputa ideológica, verbal e violenta entre os diferentes lados dessa
guerra. E o palco armado encontra-se na própria sociedade, pois parece difícil
haver uma coexistência pacífica e respeitosa. Por mais que os tempos sejam
outros, a maior liberdade – mesmo na legislação ao conquistar o direito ao
casamento – favorece certo “antagonismo”.
Tenho acompanhado comentários ou
a participação do público em páginas que possuam temática LGBT – mesmo sendo
uma simples notícia, por exemplo – e vejo frequentemente muita intolerância,
hostilidade, negativismo etc. no que leio.
Se me permite, gostaria de abrir um
parêntese. Isso me lembrou até uma frase que já li nos quadrinhos envolvendo os
X-Men e os humanos. Em virtude da caça, perseguição e hostilidade franca
perante os mutantes, o professor Xavier disse que as pessoas costumam sentir
medo ou ódio do que não entendem. Qual é a sua opinião a respeito da maior
exposição e liberdade do universo LGBT?
28 de março de 2013
"Amizades" convenientes
A amizade pode ser um artigo
raro, mas é de difícil manutenção (ou mera ilusão) quando não existe
reciprocidade. Essa pode ser uma afirmativa óbvia em matéria de relação humana,
mas observo com tristeza e atenção que algumas pessoas só valorizam e dão
atenção quando elas DESEJAM (no sentido de terem um interesse secundário),
PRECISAM ou isso CONVÉM de algum modo. Falo por experiência própria e recente.
Quer dizer, você pode se aproximar de uma pessoa em um momento difícil e tudo
ocorre bem, mas quando esse mesmo indivíduo se reergue, tu é esquecido. Com
sorte, você é supérfluo ou uma opção adicional. (risos)
Lamentável. É claro que o ideal é
fazer algo pelo próximo sem esperar retribuição, mas no fundo acho natural
haver empatia... gratidão... ou mesmo uma pitada de “consciência” para saber
valorizar quem te considera relevante ou especial com atitudes. O retorno é
uma moeda de troca natural em uma relação saudável e verdadeira. Quando você
também começa a precisar chamar a atenção sempre ou tomar a iniciativa para simplesmente obter notícias,
isso pode ser um sintoma de que essa “amizade” possui medidas diferentes para
as duas partes.
Em parte, fico decepcionado por
analisar certos comportamentos e ver que não há outra saída a não ser me
afastar. Por outro lado, sei que isso ajuda a separar os verdadeiros amigos dos
“amigos de ocasião”. Seja como for, acho posso me dar por feliz por não ter
feito essa “escolha” pelos dois. Ao meu ver, existem critérios salutares que
justificam ou não a existência de uma amizade.
"Almost Unreal - Roxette" (1993)
Posto aqui a música do filme Super Mario Bros (1993), o qual eu gosto muito. :)
11 de março de 2013
Passado que se torna Presente.
Essa noite ela esteve aqui comigo.
Ficamos deitados na mesma cama.
Ficamos assistindo desenho e depois assistimos um filme.
Ela passou a noite inteira comigo.
Eu estava bem ou mesmo tempo que não. Eu não sabia o que eu podia fazer, mesmo sabendo que não poderia fazer nada.
Ela então dormiu.
Passei a noite inteira em claro, fazendo carinho nela e apenas a olhando, como da primeira vez que ela dormiu junto comigo, como também reagiu da mesma forma na hora de ela ir embora.
26 de fevereiro de 2013
15 de fevereiro de 2013
Exposição do corpo
Vive-se em uma das épocas onde
mais se valoriza a exposição de corpos, divulgando assim a própria nudez e
intimidade para quem desejar ver. A própria mídia favorece e incentiva esse
tipo de comportamento, pois enxergar qualquer moça sem roupa (ou em
circunstâncias privadas) é garantia de ibope, fama e até dinheiro. A internet
então se revela como um vasto “catálogo” de fotos e filmes de gurias em
contextos comprometedores e não estou necessariamente falando de pornografia.
Naturalmente, estou falando mais dos membros do sexo feminino porque esse é um
fato muito mais frequente entre as mulheres. Mas o mais interessante disso tudo
é que embora isso possa ocorrer de maneira profissional, acidental ou
criminosa, é cada vez mais frequente a aparição de mulheres que vivem em função
da próprio corpo, colocando ele em vitrines virtuais por toda sorte de meio de
comunicação.
Parece que manter um corpo belo e
escultural em evidência – geralmente associado à juventude, drogas milagrosas, malhação
extenuante e qualquer intervenção cirúrgica disponível – garante uma vida fácil
e confortável, se você souber utilizar os canais certos. Basta ser linda e
gostosa para conquistar um lugar sob o sol. Pode-se citar como exemplo a
ex-assessora parlamentar que teve imagens íntimas divulgadas e, após ser
demitida, decidiu investir na profissão de “modelo”. Além disso, temos o
clássico exemplo da universitária que causou grande alvoroço onde estudava ao
aparecer com um vestido rosa revelador. Após a polêmica, a menina soube
angariar seu espaço na mídia e passou a “comercializar” com sua própria imagem.
Não faltam sub-celebridades que abraçaram esse estilo de vida, onde vergonha e pudor não se encontram em seu vocabulário. Se por um lado a
autoestima pode agradecer, o bolso parece adorar. Mesmo o fato de estudar passou a
ser uma meta impopular entre algumas garotas, considerando as recompensas
fáceis estimuladas por um caminho mais simples e rápido.
Qual é a sua opinião? A quem você
atribuiria esse comportamento na sociedade? Você acredita que a tendência é
isso piorar ou melhorar? Comente sobre o assunto.
2 de fevereiro de 2013
Sopro de amor.
http://som13.com.br/#/o-teatro-magico/ana-e-o-mar
Simplesmente e uma das músicas mais bonitas que já ouvi.
Eu realmente não sei muito o que dizer sobre ela, eu só sei que toca lá dentro, dentro do meu coração.
Eu queria que a música tocasse automaticamente, mas e só clicar em ouvir música. (:
Espero que essa música também façam vocês perderem suas palavras, assim como eu fico sem elas toda vez que as ouço. (:
Simplesmente e uma das músicas mais bonitas que já ouvi.
Eu realmente não sei muito o que dizer sobre ela, eu só sei que toca lá dentro, dentro do meu coração.
Eu queria que a música tocasse automaticamente, mas e só clicar em ouvir música. (:
Espero que essa música também façam vocês perderem suas palavras, assim como eu fico sem elas toda vez que as ouço. (:
28 de janeiro de 2013
Auto-controle e disciplina. [2]
Na verdade, este post não é exatamente uma
sequência do outro "Auto-controle e disciplina" (escrito há 6 meses atrás). É apenas
uma nova reflexão sobre o meu vício tabagístico, o qual tem me afligido nestes
últimos dias.
Não tenho descansado direito em função de
uma dor de garganta que me surgiu faz algum tempo. E foi justamente essa dor que me
fez criar este post. Ela está me atormentando, e espero que não
seja nada grave. :/ Caso contrário, terei que ir ao médico... ai
tristeza. E a partir dela, está me trazendo um desespero profundo e um arrependimento terrível por estar fumando ao longo dos últimos 7 anos. Logicamente, tive alguns períodos os quais eu consegui interromper o fumo por quase 1 semestre, mas sempre havia algum motivo para eu voltar ao vício. De fato, neste ano completará 10 anos que conheci a nicotina, porém o vício me pegou de surpresa desde os meados do ano de 2006... rs... culpa da prova de Microbiologia na faculdade.
Isso deve ser alguma manifestação, para que eu definitivamente corte este mal pela raíz, além do fato do preço dele ter-se elevado novamente (o preço
foi reajustado neste ano, o maço da marca o qual eu fumo está custando R$
5,75... e vamos queimar dinheiro. rs). O preço dessa joça só se eleva, e então eu digo, "merds de
governo que só sabe aumentar impostos de acordo com os seus interesses". É
revoltante. :S
Existe algo para que eu me desprenda definitivamente
deste vício? É como falo... "aconselhar é fácil, difícil é estar no meu
lugar". :( Quando penso na possibilidade de parar, sinto o meu desespero devido à crise de
abstinência. Prevejo a minha fraqueza sem ele e me tornar mais insegura, embora
eu saiba que a sensação de segurança ocasionada pela nicotina é totalmente
ilusória e momentânea. Nem mesmo as minhas promessas foram cumpridas a longo
prazo. Minha primeira promessa foi pouco antes de eu me graduar, havia dito que
pararia aos 25 anos. De imediato, até consegui permanecer sem ele por quase 1
semestre, porém acabei retomando. Em seguida, em 2011, me recordo que passei praticamente mais de 6
meses sem o vício, porém como sempre... havia algum motivo para ser atraída
novamente ao vício. Não é fácil.
Hoje eu penso de como fui me meter com o vício... sendo que, sempre repudiei qualquer tipo de vício quando eu era criança até o término da fase da adolescência. Não sei por que cargas d’água acabei mergulhando nisso. De fato, até sei. O pior é que, muitas pessoas me julgavam como a “moça certinha” e etc.. e etc (não gosto nem um pouco deste tipo de julgamento, principalmente avaliando pelo estereótipo da pessoa) e que eu realmente não transmito a imagem de uma fumante. Pode ser verdade, mas a conclusão é: existem pessoas que fumam e que são corretas, assim como existem salafrários , bandidos, ou qualquer espécie de pessoas consideradas “maus” pela sociedade e que não fumam. Por isso, abomino qualquer tipo de julgamento baseado em estereótipos.
Hoje eu penso de como fui me meter com o vício... sendo que, sempre repudiei qualquer tipo de vício quando eu era criança até o término da fase da adolescência. Não sei por que cargas d’água acabei mergulhando nisso. De fato, até sei. O pior é que, muitas pessoas me julgavam como a “moça certinha” e etc.. e etc (não gosto nem um pouco deste tipo de julgamento, principalmente avaliando pelo estereótipo da pessoa) e que eu realmente não transmito a imagem de uma fumante. Pode ser verdade, mas a conclusão é: existem pessoas que fumam e que são corretas, assim como existem salafrários , bandidos, ou qualquer espécie de pessoas consideradas “maus” pela sociedade e que não fumam. Por isso, abomino qualquer tipo de julgamento baseado em estereótipos.
Enfim... agora eu retomo a minha nova
tentativa... será que eu conseguirei me desvencilhar do vício?
27 de janeiro de 2013
Para GoldenGirL.
Eu já ganhei de presente, talvez ele seja um dos melhores que já ganhei, um poema, feito de muito amor e carinho, e eu tenho muita estima de guardá-lo, porque toda vez que o leio (quando eu lembro dele), me sinto bem, posso dizer... posso dizer... eu não sei, mas apenas da vontade de sorrir.
E é o amor que me possui, que me faz dizer-te palavras complexas...
Porque apesar do meu amor ser simplório, minhas palavras não lhe permitem simplicidade, clamam por complexidade.
Bem, e para você também.
Eu gosto de dar ele a quem eu acho que merece, para quem está comigo bem pertinho, ou bem longe.
Sinta-se abraçado por ele também.
E é o amor que me possui, que me faz dizer-te palavras complexas...
Porque apesar do meu amor ser simplório, minhas palavras não lhe permitem simplicidade, clamam por complexidade.
Bem, e para você também.
Eu gosto de dar ele a quem eu acho que merece, para quem está comigo bem pertinho, ou bem longe.
Sinta-se abraçado por ele também.
Marcação dos posts
Estou apenas notificando que, todas as postagens terá marcadores com os respectivos nomes dos autores dos posts, já que atualmente estamos em 3 administradores. As postagens de minha autoria (as postagens desde 2008) estarão marcadas como GoldenGirL, as do Heliney como Hellps, e as do Bismarck como Bismarck. Lembrando que, ambos os amigos vieram me ajudar, nessa jornada de manter o blog ativo, sendo que o Hellps veio para adocicar o blog, enquanto o Bismarck para apimentar. xD E eu, como sempre para azedá-lo mais ainda já que meus propósitos são totalmente "emóticas". Então, está tudo em harmonia. rs
25 de janeiro de 2013
Tudo pode dar certo.
E só você confiar. (:
Esse é um vídeo da Disney chamado Paperman. Assisti ele como um vídeo de introdução antes de começar o filme Detona Rafh que está ainda em cartaz no circuito nacional, que por sinal e uma ótima animação.
Inicialmente, ontem, dia 24 de janeiro de 2013, fui correndo ao cinema na sessão das 16:10 para ver o filme João e Maria que vai estrear hoje, mas só fiquei sabendo disso quando cheguei lá, então comprei meu ingresso para hoje, e fui indo embora, mas minha aula só começava as 19:00 horas, então não tive escolha em outro filme para ver no mesmo dia, fui assistir Detona Rafh chateado, mas quando comecei a ver esse vídeo, eu simplesmente soube que estava no lugar certo, para acreditar em algo tão bonito.
Peço desculpas pela qualidade do vídeo, esse foi o melhor que encontrei para colocar aqui.
Mas também, posto aqui o link do site oficial da Disney de como surgiu a idéia de Paperman: http://www.disneyanimation.com/projects/paperman
Espero que gostem como eu. (:
21 de janeiro de 2013
19 de janeiro de 2013
A sexualidade conjugal em pauta
Hoje, considerando a convivência em casal, é um fato comum compartilhar de maiores intimidades. O sexo, inclusive, costuma ser parte integrante de muitos relacionamentos amorosos. Como não desejo criar polêmica sobre aquela ideia de transar ou não antes do casamento, vamos esquecer esse ponto. Gostaria de conversar diretamente sobre a forma do casal desfrutar do ato sexual ou mesmo de sua sexualidade mútua (não precisa abranger necessariamente a cópula).
Nem sempre existe compatibilidade sexual entre o casal. Não me refiro apenas à frequência sexual, mas ao comportamento e abordagem em relação à sexualidade de ambas as partes. Pode ocorrer de você considerar seu namorado (considerando ambos os gêneros) mais conservador ou mais liberal, mais desanimado ou mais "assanhado", mais tradicional ou mais "criativo", mais passivo (no sentido de não ter muita iniciativa) ou mais proativo etc. Ocorre até de cada um "valorizar" a atividade sexual de uma maneira singular. Todas essas características podem se encaixar com nossa "personalidade íntima" favorecendo o equilíbrio e satisfação ou pode justamente desencadear o contrário.
Sei que cada pessoa possui a sua individualidade, mas gostaria de saber: será que é possível tentar "modificar" nosso cônjuge nesse departamento em benefício próprio (e talvez em prol dele, considerando nosso ponto de vista)? É válido querer interferir na sexualidade de nosso companheiro ou o certo é saber se adaptar, respeitando as diferenças? Vale a pena procurar adquirir o ponto de "equilíbrio" entre o casal ou existem níveis de contrastes que nunca irão adquirir harmonia? Como abordar essa questão diretamente com quem a gente ama - mesmo através do diálogo -, sabendo que eventuais comentários podem soar como críticas? Comentem. =)
Affirmation - Savage Garden (1999)
Apenas postando uma das minhas músicas favoritas dessa banda pop-australiana dos anos 90, o qual eu gostava muito, dos meus 13-15 anos. (: A letra é de fato, realista e reflexiva, pelo menos, no meu ponto de vista.
17 de janeiro de 2013
2º Colaborador do Blog: Bismarck, seja bem-vindo!
Na verdade, o Bismarck já estava na minha lista de cogitados para se tornar um novo colaborador no meu blog há mais de 6 meses atrás, principalmente depois que ele revelou a sua identidade real no YR. Eu já o "conhecia" somente pelas questões, dúvidas e respostas elaboradas em determinadas situações da vida, e que de certa forma ou outra, eram bem interessantes em lê-las. E sei que, ele tem um imenso potencial em abordar muitos assuntos os quais, até hoje, dificilmente eu faria postagens com a minha autoria. Até porque são assuntos que exigem um determinado grau de conhecimento ou mesmo habilidade. Não que eu não tenha conhecimento, o fato é que a minha escrita, é basicamente focada em críticas e infelizmente, não sou boa o suficiente para tratar tais assuntos da maneira como eu gostaria que fosse (pelo menos na escrita). =/
Enfim, é isso.. e seja bem-vindo ao blog, Bismarck! :D
Insistência.
O quanto vale insistir?
Vou ser direto logo de uma vez... o quanto vale insistir em alguém?
Alguém já insistiu em você? Alguma pessoa já correu atrás de você? Alguma pessoa já te mostrou que realmente quer estar com você?
São perguntas simples, que já podem ter acontecido com você... e você, deu valor a isso?
Recentemente, isso aconteceu comigo... e me sinto bem em ter acolhido esse sentimento depois de grande turbulência entre a minha pessoa e a minha amiga, que correu atrás de mim, durante muito tempo, sempre insistindo para que não nos separaremos, e o resultado disso após o tempo de insistência, estamos namorando. (:
Pergunte a se mesmo, o quanto tempo já perdeu com brigas banais e sem sentido com pessoas que gostam de você.
Está na hora de ver além, ir além e sentir que as coisas enfim, podem dar certo.
14 de janeiro de 2013
13 de janeiro de 2013
Citações...
Venho aqui apenas para mencionar dois trechos de origem chinesa, os quais um amigo chinês da faculdade havia postado no Facebook dele. São tristes mas, que de certa forma ou outra, é a pura verdade. :/
"Muitas coisas, antes de você apreciá-las elas já se foram; muitas pessoas, antes de você começar a amá-las de verdade já não estão mais, não importa se você percebeu a tempo ou não, a vida sempre continua."
"Nós avançamos demais na idade mas despertamos tarde demais"
12 de janeiro de 2013
Nota antiga.
Hoje encontrei minha caneta antiga, que ganhei de um amigo.
E uma boa caneta sabe, sempre escrevo com ela quando a encontro.
E nesse inicio de ano, ganhei uma agenda, com capa de couro, mas eu ainda continuo escrevendo no meu livrinho guia da universidade que ganhei como calouro.
E um bom livro, ao fundo tem muitas páginas em branco em que posso escrever o que quiser. E um livrinho simples, mas eu gosto dele, me sinto confortável, aliviado, na verdade, eu me sinto eu mesmo.
Nota de 14 de Março de 2011.
E uma boa caneta sabe, sempre escrevo com ela quando a encontro.
E nesse inicio de ano, ganhei uma agenda, com capa de couro, mas eu ainda continuo escrevendo no meu livrinho guia da universidade que ganhei como calouro.
E um bom livro, ao fundo tem muitas páginas em branco em que posso escrever o que quiser. E um livrinho simples, mas eu gosto dele, me sinto confortável, aliviado, na verdade, eu me sinto eu mesmo.
Nota de 14 de Março de 2011.
10 de janeiro de 2013
Você tem uma personalidade? Então qual e a sua?
Essas são apenas algumas das mais variadas que tem nas caixinhas da Chiclets.
Tente encontrar a sua...
Eu por exemplo, não encontrei a minha,rs.
Essa a primeira postagem minha oficialmente... achei interessante as carinhas, que realmente se parecem mais com personalidade.
Até, (:
8 de janeiro de 2013
Hellps, o mais novo colaborador do blog! Bem-vindo!
Desde junho do ano passado, eu já estava cogitando a possibilidade de convidar novos colaboradores para o meu blog. Na época, haviam 3 amigos, sendo que o primeiro (D), não gostaria de ser adicionado como co-autor justamente pela falta de tempo porém... havia me prometido alguns textos para mim... Pois bem... foi uma promessa e não foi cumprida, porque ele simplesmente desapareceu do mundo e nunca mais falei com ele. Os outros dois restantes, eu desisti... o por quê? Não sei... hahaha
Depois que comecei a jogar League Of Legends, e assim que passei a jogar no servidor brasileiro, acabei conhecendo por intermédio de um outro amigo, o Hellps! Percebi que, ele não era qualquer player do LoL que usava um linguajar chulo dentro do jogo. Ao longo dos tempos, eu descobri, por acaso, alguns versos que ele mesmo escrevia.... e não havia como não se maravilhar com a maneira dele de tratar as palavras. *_* E muitas vezes é de se emocionar! Quando eu finalmente decidi conversar com ele sobre a possibilidade dele ser o meu colaborador do blog. :D E sei que ele tem um talento nato para tratar de determinados assuntos os quais eu ainda tenho um certo bloqueio. :/ Na verdade não é bloqueio e sim falta de talento! hahahaha
Seja bem vindo ao meu amigo Hellps!
7 de janeiro de 2013
Apresentação um pouco informal.
Olá a todos que acompanham o blog, meu nome e Heliney Resende, meu amigos me chamam de Hell ou Hellps e sou o mais novo contribuinte do blog da Miki.
Fiquei muito feliz pelo convite que ela me fez, e espero que todos gostem de minhas postagens, que tem um estilo um pouco diferente.
Em breve farei minha primeira postagem oficial, então não deixem de ver a minha estréia, (:
Até lá.
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